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con el Bitcoin en el 2009. Blockchain apa
r
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r
a da
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le legitimidad y segu
r
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esta criptomoneda
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Con el tiempo se han encont
r
ado mayo
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es potencialidades en
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uso, abarcando distintos ámbitos, desde su escena
r
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r
nos de salud, llegando al
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net de las Cosas—. En
este artículo se pretende desc
r
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r
los
f
undamentos básicos de una
r
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la manera de funciona
r
de la misma y los distintos tipos que existen exponiendo
las principales ventajas y desventajas, cent
r
ándose en los distintos usos que tie
n
en
a nivel internacional. Se
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inaliza con las ventajas que t
r
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r
ía una implementación a
pequeña escala de este pa
r
adigma de
r
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r
es de la sociedad, para
el desarrollo de los p
r
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r
matización en Cuba.
BlockchainBlockchain es un pa
r
adigma de t
r
abajo en las
r
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Criptomonedasrevolucionario en Inte
r
net.
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a sido desde su su
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r
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Nodoción, convirtiéndose además, en esta última década, en una
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r
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r
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r
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r
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in 2009. Blockchain appea
r
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vering different areas,
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in Cuba.
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del siglo X
V
cuando la familia de
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lo
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ici, popularizó un sistema
contable más robusto y fiable, el de doble ent
r
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sustituyendo al de entrada única utilizado hasta ese
momento. En él, cada trans
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cción implica una
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r
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r
tida, de tal m
a
nera que siempre se ve
r
án
a
f
ectadas como mínimo dos cuentas; en lo
s
r
egistros
de una empresa: una con el débito y otra con el
c
r
édito. Es decir, un origen y un destino, de
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que toda aquella persona o entidad que vaya
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mente aquello que
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chkovsky,
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íez, 2017
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Este método también requiere tres actuado
r
es: un
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igen, un
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estino y una tercera par
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e que si
r
va
como valida
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ora entre las dos primeras, la cual cob
r
a
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isión po
r
sus servicios.
Desde el Renacimiento la contabilidad ha
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Elsurgimientodeblockchainestámos años en la implementación de muchas es
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echamente vinculado a la contabilidad po
r
lo que
la sociedad.
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e ahí que, desde su i
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upción en el 2009, la
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r
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r
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es y gobie
r
nos de todo el mundo
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sionesmillona
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una posición p
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ivilegiada en l
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la de imagina
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las posibilidades y los distintos modelo
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de p
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inalmenteadopta
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r
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r
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el blockchain.
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El único límite que conoce es la p
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r
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los clientes. Todo esto motivó, el surgimiento de un
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ámbito de las tecnologías de registros distrib
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datos, ó
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r
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ti
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icada por los integrantes de la
r
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(
tokens
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, mediante sistema de registro distribuido ano
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tándose en bloques de información que se encadenan
s
ecuencialmente creando una cadena de bloque
s
o
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gist
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os inmutable, inalterable, compartida cola
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o
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vamente ent
r
e todos los miembros de la red, los cuales
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icados por los nodos que la componen.
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pias idénticas como nodos tenga la red (
P
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2
018
)
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Pa
r
tiendo de la autenticidad del contenido consensua
-
do en la mayo
r
ía de los nodos, con esta validación se
log
r
a sup
r
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r
la necesidad de la participació
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de la
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ce
r
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r
te, pues entre todos se llega a un con
s
enso.
El p
r
opósito fundamental es brindar seguridad a
los datos almacenados en forma de transacciones
y la imposibilidad de corromperlos.
D
icho objetivo
s
e cumple a t
r
avés de la combinacn e inte
gr
ación
de los t
r
es elementos que la componen, estos son:
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r
iptog
r
a
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uctu
r
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Consenso
C
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r
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ía: utilizando un algoritmo con clave de
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ado, un men
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aje es transformado sin atende
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uctu
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a lingüística o signi
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icado, de tal forma que
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r
ensible a toda persona que no tenga la cla
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ve de desci
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ado del algoritmo empleado.
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otando de
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s
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r
echamente ligados a su contexto histórico-
s
ocial.bién
f
undamental pa
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a evita
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la manipulación, hu
r
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El analítico
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sintético que favoreció la búsqueda deint
r
oducción e
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ónea de in
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macn en la cadena de
r
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la
r
idades en lo expuestos por los dife
r
entesbloques, así como ga
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antiza
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la gene
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ación de
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es consultados. El inductivo-deductivo pa
r
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identidades digitales enc
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iptadas.
análisis de los
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atos, la información obtenida y las
Est
r
uctu
r
a: todas han de actua
r
bajo las mismas re-
in
f
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r
enciasquepermitierondeterminarlas
glas o p
r
otocolo pa
r
a da
r
validez al bloque, y a la infor-
r
egula
r
idades yarribara las conclusiones propuestas.
mación
r
ecogida, e inco
r
po
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lo a blockchain.
U
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ealizada esta ta
r
ea, la cadena continua
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á con la emi-
sión del siguiente bloque, pe
r
maneciendo inalte
r
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f
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r
mación
r
egist
r
ada a t
r
avés de la c
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iptog
r
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ía.
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te imp
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escindible ent
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e lo
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usua
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otocolo común
que ve
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ica y con
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ealizada
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,
pa
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a asegu
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a
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la i
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eve
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sibilidad de las mismas.
D
e igual
modo, este consenso debe p
r
opo
r
ciona
r
a todos una co-
pia inalte
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able y actualizada de las ope
r
aciones
r
ealiza-
das
(
P
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eukschat,
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uchkovsky,
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ómez y
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íez, 2017
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Blockchain se basa en un hash
(
algo
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itmo
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ma cualquie
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bloque a
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r
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io de datos en
una nueva se
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acte
r
es con una longitud
f
ija)
pa
r
a ce
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f
ica
r
cada bloque, el hash constituye para
los datos como una huella digital. Con el cambio de
aln bit de ese dato, el hash cambia
r
á.
U
n bloque está con
f
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r
mado po
r
un identi
f
ica-
do
r
de bloque, las t
r
ansacciones, una
f
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r
ma digital,
s
u
hash y el del bloque ante
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io
r
como se muest
r
a en
la
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igu
r
a 1
(A
llende y Colina, 2018
)
. En este p
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oce
s
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con el
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in de dete
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mina
r
el hash co
rr
espondiente
a cada uno de los datos, comenza
r
á él mismo con
un código p
r
eestablecido po
r
el p
r
og
r
amador
P
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para
que
sea
s
difícil
una
posible
modificación
d
el
un mecanismo i
n
falible para la codi
f
icación seg
ur
a de
las
r
eglas del p
r
otocolo que rige el sistema. Es tam
-
F
i
g
u
r
a
1
.
E
s
t
r
u
c
t
u
r
a
d
e
un
b
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I
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,
pp
.
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-
41
33
T
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po
s
y
c
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r
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ct
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s
d
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B
l
o
c
k
c
h
a
i
n
tenga la cade
n
a.
A
hora, si la cadena está con
f
o
r
mada
po
r
26545 bloques anteriores al bloque que se quie
r
e
ha
s
h inherente a un dato. Esto se log
r
a a la ho
r
a del
Todo lo ante
r
io
r
evidencia que tiene que existir entre
minado.
todos los nodos que con
f
o
r
men la
r
ed un mi
s
mo
Como se describió anteriormente, un bloque estáp
r
otocolo de t
r
ans
f
e
r
encia y consenso de los datos
,
ahí e
s
inte
r
conectado con el siguiente.
P
or lo que en una ca
-
donde
r
adica la
r
obustez de blockchain. En ca
s
o de
dena el te
r
ce
r
bloque tiene su hash y depende del hash
cambia
r
todas las t
r
ansacciones
r
ealizadas en una
del segundo bloque para autenti
f
icar los datos, así el se
-
blockchain alojada en un nodo, cuando esta
s
ea
gundo bloque depende del hash del primero y del suyo
cont
r
astada con sus pa
r
es, estos llega
r
ían al consen
s
o de
pa
r
a la autenticación de los datos.
S
i se cambian los da
-
que las t
r
ansacciones
r
ealizadas en ella su
fr
ie
r
on alguna
tos del p
r
imer bloque esto hará que cambie el hash
alte
r
ación,
pues
los
hashes
di
f
ie
r
en
al cont
r
asta
r
los dato
s
de este bloque, afectando el hash previo necesa
r
io
de los mismos con el
r
esto de los nodos, alcanzando el
en el bloque dos para validar sus datos, siendo ne
-
51
%
de estos nodos. Po
r
lo que se llega
r
ía a determinar
cesa
r
io que
s
e mine nuevamente para a
u
tenti
f
ica
r
que esta blockchain
f
ue co
rr
ompida y se desestimarían lo
s
los datos y así sucesivamente en todos los bloques que
d
atos con el consenso de l
a
s demás
(
Palomo,
2018
)
.
modi
f
ica
r
y 23040 posteriores, se tendrían q
u
e modi
f
i
-
Básicamente existen cuat
r
o tipos: pública, privada,
ca
r
todos los bloques sucesivos para que la cadena se
b
r
ida o
f
ede
r
ada y blockchain como se
r
vicio
(
Ba
s
S)
tome como válida. Lo cual sería inútil a la ho
r
a del
(G
utié
rr
ez, 2019
)
.
A
continuación se exponen la
s
dife-
consenso, ya que al comparar la cadena con los
r
estan
-r
encias de cada tipo de estas cadenas de bloque
s
y
s
u
tes nodos estos la verían como corrupta, pues es la únicaempleo po
r
los gobie
r
nos y las emp
r
esas.
que tiene la modi
f
icación de esos bloques. E
n
la
f
igu
r
aBlockchain blica
:
se t
r
ata de una cadena de
2
(
Doimeadió
s
, Carmona, Izquierdo y
A
lbornoz, 2019a
)
bloques a la que cualquie
r
a puede accede
r
y hacer
se ejempli
f
ica la información contenida en cada bloqueuso de ella. Ent
r
e las cuales se encuent
r
an Bitcoin,
y cómo
f
unciona el hash en la identi
f
icación de alte
r
a
-
Ethe
r
eum, Litecoin ent
r
e ot
r
as. Pa
r
a ello sol
o
ba
s
-
ciones de los datos de las transacciones dentro de él.ta con desca
r
ga
r
una aplicacn y conecta
r
se con un
F
i
g
u
r
a
2
.
I
n
fo
r
m
a
c
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c
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j
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s
(P
uig,2019
)
.
S
ecaracterizanporsercerradas(elp
r
oto
-
c
o
lo utilizado podrá incluir distintos niveles de acceso
a las pe
r
sonas o entidades invitadas, de modo que unos
dete
r
minado número de nodos.
A
demás, los pa
r
tici
-
los tipos ante
r
io
r
es. Segu
r
idad, p
r
incipalmente de
f
inida
pantes pueden ganar recompensas minando sus blo
-
en las públicas, ya que ent
r
e mayo
r
sea la cantida
d
de
ques.
S
e ca
r
acte
r
iza por ser transparente (todos
p
uedennodos más engo
rr
oso
r
esulta la alte
r
ación de los dato
s
ve
r
lo que ocu
rr
e en ella), descentralizada (no hay
r
egist
r
ados y consensuados en ella. P
r
ivacidad y man-
administ
r
ado
r
es ni jerarquía), distribuida (cada nodotenimiento cont
r
olado, en las p
r
ivadas el mantenimien-
tiene una copia actualizada), consensuada (parte de unto de los nodos y po
r
ende del sistema es ga
r
antizado
acue
r
do gene
r
al
)
y abierta (permite el acceso depo
r
una o va
r
ias entidades de la
r
ed.
cualquie
r
a
)
(P
uig, 2018), pseudoanónimas (los p
r
o
-
Blockchain co
m
o un servicio
(
BasS
):
está ba
s
a-
pieta
r
ios de t
r
ansacciones no son identificable
s
pe
r-
da en una tecnología blockchain al se
r
vicio de alguna
s
onalmente, pe
r
o sus direcciones sí son rastreables
actividad, pe
r
o dispuesta en la nube. Emp
r
esas como
debido a su ca
r
ácter público).
P
or ello, la mayo
r
ía de
I
BM con la plata
f
o
r
ma
H
ype
r
ledge
r
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ic, Mic
r
os
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blockchains públicas no pueden ser a
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imas,
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m y
l
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asociació
n
ent
r
e
A
mazo
n
We
b
Se
rv
ic
e
e
x
cepto aquellas expresamente diseñadas para se
r
lo
y
D
igital Cu
rr
ency
Gr
oup, que pa
r
a los clientes de e
s
te
(Pr
eukschat, Kuc
h
kovsky,
G
ómez y
D
íez, 2017).
último b
r
inda una solución blockchain. Estos se
r
vicio
s
Blockc
h
ai
n
p
riva
d
a: se trata de la cadena de blo
-
no solo consisten en almacenamiento de in
f
o
r
mación
ques en la cual se requiere permiso para entrar en ella,
de las t
r
ansacciones, sino que p
r
opo
r
cionan un aumen-
no todos los datos inscritos en la misma tienen di
f
usión
to de la segu
r
idad, al no tene
r
que inve
r
ti
r
en hardwa
r
e
pública y sólo lo
s
participantes o usuarios pueden ac
-
y la posibilidadde un ento
r
no más amigable conel cual
cede
r
y consulta
r
todas o algunas de las transacciones
t
r
abaja
r
, pudiendo c
r
ea
r
un canal p
r
opio de blockchain
r
ealizadas. Muchos usuarios no la consideran block
-
sin necesidad de p
r
og
r
ama
r
(
Rod
r
íguez, 2019
)
.
c
h
ain po
r
que aquí el control lo ejerce una entidad úni
-
V
éase en la F
i
g
u
r
a 3,
u
n
r
e
s
u
me
n c
o
m
p
a
r
a
ti
vo
ca, que mantiene la cadena y concede permiso
s
pa
r
a
de l
o
s t
i
p
o
s
d
e Blockchain e
x
p
uestos
(A
llende y
pa
r
ticipa
r
,
r
ealizar transacciones y aceptar bloques
Colina, 2018
)
.
puedan tene
r
la capacidad de registrar información y
L
a
p
r
incipa
l
ve
ntaj
a
q
u
e
p
r
o
po
r
cio
na
b
lockchai
n
e
s
ot
r
os no
)
. Dist
r
i
b
uida (el número de nodos que la
l
a
d
escent
r
alizació
n
de
I
nte
r
net
,
b
r
indan
do
may
o
r
segur
i-
componen puede estar limitado al número de partici
p
antes
dad a las
r
edes con la
r
éplica de los datos minados en lo
s
o a cie
r
to núme
ro
de ellos) en cualquier caso, to
d
os los
nodos que la con
f
o
r
man, a pesa
r
que en la blockchain no
nodos se conoce
n
. Teniendo en cuenta esto, este tipo
se gua
r
dan datos, pe
r
mite que se ga
r
antice la autentici-
e
s
s p
r
openso a la corrupción de datos.
A
nónima
(
se
dad de estos.
pueden establecer niveles de anonimato para realiza
r
En su diseño está implícita su esencia, pues b
r
in-
o p
r
otege
r
t
r
ansacciones) (
P
reukschat,
K
uchkovsky,da la posibilidad de con
f
ia
r
en las t
r
ansacciones que
s
e
Gómez y Díez, 2017).
S
e aloja en servidores ce
n
t
r
ales
r
ealicen de la índole que sea, sin la necesidad de una
los cuales pe
r
tenecen a una entidad que se encarga dete
r
ce
r
a pa
r
te.
mantene
r
en
f
uncionamiento la red y no es de acceso
A
lgunos de los inconvenientes pa
r
a su implemen-
público. Las instituciones
f
inancieras son las que mástación a g
r
an escala son la necesidad de una in
fr
ae
s
-
han usado este
r
ecurso. Ejemplo de ello son Ripple,t
r
uctu
r
a de telecomunicaciones que p
r
ovea el se
r
vicio
Chain o Quo
r
um (
G
utiérrez, 2019).ent
r
e todos los pa
r
ticipantes y una capacidad de alma-
Blockchain híbrida: es la empleada por gobie
r
nos,cenamiento pa
r
a los datos que se p
r
ocesen.
U
n ejemplo
a
s
ociaciones y empresas que realizan muchas transac
-
de lo ante
r
io
r
se ve en el caso de blockchain.co
m
donde
ciones. Aunque
n
o está abierta a todo el público, esse habla de un p
r
omedio de 2500 t
r
ansacciones dia
r
ia
s
gestionada po
r
varias entidades. Esta blockchain no se
(
https://
www
.blockchain.com
)
.
a
s
ocia a ninguna criptomoneda y tampoco recompen
-
El mayo
r
desa
rr
ollo de las g
r
anjas de se
r
vidore
s
s
a el minado de bloques (
G
utiérrez, 2019). La c
o
ncep
-
se tiene en países nó
r
dicos y el p
r
ime
r
mundo por la
ción de la misma surgió en mayor medida para saca
r
f
acilidad
de
en
fr
iamiento
que
tienen
pa
r
a
la
capacidad
pa
r
tido a los dos bene
f
icios que poseen cada uno de
de
p
r
ocesamiento
que
se
necesita,
así
como
la
genera-
I
N
V
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ejemplo, tienen una g
r
an ventaja con
r
especto al re
s
to,
ya que en estos se ha log
r
ado c
r
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una in
fr
aest
r
uctura
donde se pueden desplega
r
y pone
r
a p
r
ueba l
os
pro-
g
r
esos alcanzados en las blockchain que desa
rr
ollan.
En la
f
igu
r
a 4
(
dup
r
ess.deloitte.com
)
se ejem
p
li
f
ican
to de la
r
ed.
P
ero esto no ha impedido que países de
Latinoamé
r
ica y el Caribe como Costa Rica,
H
aití
y Venezuela comiencen a explotar las posibilidades
que b
r
inda este paradigma.
La mayo
r
di
f
icultad está en la visn pa
r
a pode
r
de
f
ini
r
los sectores y esferas donde la implementa
-
ción de electricidad para mantener el funci
o
namien
-
este punto los p
r
og
r
amado
r
es de países nó
r
dico
s
, por
ción de alguna solución blockchain traería consigo un
los niveles de usos que tiene la blockchain y hacia
aumento en la e
f
iciencia del proceso en cuestión. En
dónd
e
va
n
encaminada
s
la
s
implementacione
s
d
e
F
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g
u
r
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3
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Los cont
r
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s
inteligentes S
m
art Contracts
so
n muy utiliza
d
os en la tecnología blockch
a
in ya
que establecen cómo, con quién y qué transacciones
s
e pueden lleva
r
a cabo. Estos contratos especi
f
ican
una se
r
ie de cláusulas, cuáles controles cumpli
r
y el
pago
f
inal aco
r
dado en caso que estos se logren. La di
-
f
e
r
encia con los contratos usuales radica en que estos
so
n inco
r
po
r
ados a una blockchain, que garantiza su
s
egu
r
idad y p
r
oporciona el entorno adecuado pa
r
a su
p
r
ocesamiento automático.
desa
rr
ollo pa
r
a solucionar los problemas que los clien
-
establecidas en los S
m
art Contracts, desde medi
r
la
tes plantean a su
s
desarrolladores.
tempe
r
atu
r
a hasta
r
ealiza
r
r
econocimientos
f
aciale
s
.
Esto acele
r
a
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á, aba
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ata
r
á y optimiza
r
á la
r
ealización de
las t
r
ansacciones y el
f
uncionamiento del blockchain.
Los dispositivos inteligentes que envíen in
f
o
r
ma-
ción al blockchain han de tene
r
una identidad digital
quelespe
r
mita
f
i
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digitalmentedicha
in
f
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r
mación, de no se
r
así la in
f
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r
mación no se
r
ía de
con
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ianza. Es po
r
eso que no cualquie
r
dispositivo
conectado a
I
nte
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net es válido pa
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a blockchain.
B
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d
a
d
I
nte
r
net de las Cosas (IoT) no es más que la
r
edEn esencia, cuando un a
r
chivo se
r
egist
r
a en una
de objetos, inst
r
umentos o dispositivos conectados a
r
ed blockchain, la autenticidad de la in
f
o
r
mación e
s
I
nte
r
net, que van desde un sensor de temperatura hasta
ga
r
antizada po
r
los nume
r
osos nodos que mantie-
un automóvil. Estos dispositivos son esenciales como
nen la
r
ed. Es deci
r
, un g
r
upo de alegaciones”, de
c
o
mplemento a la tecnología blockchain, puesto que
múltiples inte
r
esados,
r
espalda la validez de todo
s
pe
r
miti
r
án la comprobación automática de cláusulas
los datos
r
egist
r
ados.
F
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g
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4
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ciones gube
r
namentales responsables de ve
r
i
f
ica
r
y
valida
r
los
r
egistros digitales los cuales pueden se
r
t
r
ansaccionesfinancieras,contratos,activos,
identidades, prácticamente cualquier cosa que se
desc
r
iba digitalmente. Básicamente, cada nodo
puede “emitir un voto respecto a la autentici
-
dad de los datos, para que así los archivos puedan
se
r
usados como documentos oficiales,
p
e
r
o con
unos niveles de seguridad más elevados
(
Binance
Academy, 2019).
La identidad digital constituiría la base pa
r
a la
integ
r
ación de todos los servicios, la que se
r
ía
indispensable para ofrecer y recibir los mismos en
luga
r
es como hospitales, escuelas, bancos, emp
r
e
-
sas de electricidad, agua, telecomunicaciones,
t
r
anspo
r
te, etc.
S
in embargo, el empleo s
conocido de este paradigma es la implementación
de c
r
iptomonedas y s específicamente con su
En tal escenario, los nodos de la red puedenEn las t
r
ansacciones
f
inancie
r
as, como se mue
s
tra
se
r
cont
r
olados por agencias autorizadas o institu
-
en la
f
igu
r
a ante
r
io
r
, se gene
r
a un bloque que
s
e di
s
-
t
r
ibuye po
r
toda la
r
ed compa
r
tiéndose con
N
nodo
s
dent
r
o de la misma, cada uno de ellos ap
r
ueba la tran-
sacción a
r
ealiza
r
, el bloque se une a una cade
n
a que
se va c
r
eando en la
r
ed con todas las ca
r
acte
r
ística
s
de
segu
r
idad que b
r
inda esta
(
Cuenca, 2019
)
. Esto per-
mite que se puedan ejecuta
r
con mayo
r
cele
r
idad la
s
t
r
ansacciones con
r
especto a los t
r
adicionales método
s
banca
r
ios. Esta aplicacn es la s consolidada de la
blockchain, pe
r
o existen múltiples es
f
e
r
as en la
s
cua-
les su utilización se
r
á t
r
ascendental como lo son:
-
A
utomatización de la gestn de pagos y cobro
s
,
de
f
o
r
ma simultánea con condiciones p
r
e acordada
s
ent
r
e múltiples pa
r
ticipantes pa
r
a p
r
esta
r
un servicio.
I
nmediatamente después de que un se
r
vicio haya
s
ido
completado, como sucede en el caso de un espectáculo ar-
tístico
(
concie
r
tos,
f
unciones de teat
r
o,
f
estivales de cine,
eventos depo
r
tivos, etc.
)
, todos los pa
r
ticipantes tendrían
p
r
ecu
r
so
r
a el bitcoin. En la figura 5 (Financial
r
egist
r
ado en la plata
f
o
r
ma de blockchain la pa
r
te del
s
e
r
-
T
imes
)
se ejemplifica el uso de las mismas en una
vicio a
dis
fr
uta
r
y las
condiciones
que
pod
r
ían
activar o
no
blockchain.el pago después del evento.
F
i
g
u
r
a
5
.
P
a
s
o
s
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r
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s
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-
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17
,
N
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1
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n
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o
-
j
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,
2021
,
pp
.
30
-
41
3
8
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-
Come
r
cio exterior, automatización de los p
r
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-
po
r
pe
r
iodos
de tiempo
dete
r
minado,
si
se ha
r
ealizado
s
os ent
r
e va
r
ios actores: compañías importado
r
as,
el mantenimiento según dicta el
f
ab
r
icante. Esto
s
expo
r
tado
r
as, aduanas, transportes, puertos, etc. La
datos se actualiza
r
ían constantemente y sob
r
e e
s
ta
utilización de s
ma
rt contracts agilizaría tmites e im
-
base, el asegu
r
ado
r
pod
r
ía aumenta
r
o disminui
r
la
pulsa
r
ía la competitividad.
ta
r
i
f
a
al
asegu
r
ado.
-
Ve
r
i
f
icació
n
y certificación de propiedad intelec
-
Telecomunicaciones, el impacto de esta tecnolo-
tual donde se tendría una certificación inmediata de la
a, en este secto
r
económico puede llega
r
a se
r
t
r
a
s
-
a
u
tenticidad de obras de arte o de estudios realizados
cendental en la gestión
inte
r
na de las
r
edes,
cualquier
e
n
t
r
e múltiples centros de investigación o unive
r
sida
-
cont
r
ol automático o auto
rr
egulación, que se desa
r
ro-
des, log
r
ándose mayor trazabilidad de la propiedad delle en dicha gestión al
r
educi
r
la complejidad acabará
documentos.imponiéndose. La evolución de la 5
G
con velocidade
s
-
Rep
r
esentaciones digitalizadas de documentosdel o
r
den de los
G
bps, de conjunto con est
r
uctu
r
as de
t
r
adicionales de identidad tales como licencias de con
-r
edes
f
lexibles, dist
r
ibuidas y adaptables, pe
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mitin
ducción, pasapo
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tes, certificados de nacimient
o
,
r
egis
-
de
f
ini
r
di
f
e
r
entes tipos de
r
edes dent
r
o de la misma
t
r
os de segu
r
idad social, de votantes, entre otros.in
fr
aest
r
uctu
r
a. Esta combinación, al mejo
r
a
r
el ancho
-
La histo
r
ia médica que incluya registro
s
médi
-
de banda, disminui
r
la latencia, aumenta
r
la
cos,
f
a
r
macéuticos, notas de consultas, tratamientosvelocidad; pe
r
miti
r
á satis
f
ace
r
los
r
eque
r
imiento
s
y datos de utilización de dispositivos médicos. En estetécnicos demandados po
r
di
f
e
r
entes secto
r
es com
o
la
último se
r
ía
f
undamental el registro de todos los p
r
o
-
indust
r
ia de automóviles autónomos o se
r
vicios de
cedimientos
r
ealizados durante una intervención qui
-
salud
r
emota.
r
ú
r
gica con la asi
s
tencia de dispositivos IoT.Según p
r
onostican algunos auto
r
es ot
r
os de lo
s
-
T
r
azabilidad del transporte de bienes preciados,at
r
ibutos en este secto
r
pa
r
a los P
r
oveedo
r
es de
tanto de lujo
(
diamantes, obras de arte), como únicosse
r
vicio de
I
nte
r
net
(I
SP
)
se
r
ía que su
r
ed pe
r
miti
r
á a
po
r
su denominacn de origen, como el vino o el acei
-
sus clientes que demanden más
r
ecu
r
sos, cambia
r
la
te o medicinas. Esto propiciaa la eliminación de lastopoloa,yaquelablockchaindetectará
f
alsi
f
icaciones de producto y certificando la calidad
inequívocamente
e inmediatamente a quien lo solicita
y t
r
azabilidad de los mismos.
y en consecuencia basado en los pe
r
misos y
r
ecu
r
so
s
Con la ape
r
tu
r
a po
r
pa
r
te de ETECS
A
del se
r
vi-
cio de
I
nte
r
net po
r
medio de datos móviles en 2018, y
su poste
r
io
r
consolidación con LTE en 2019,
s
e
f
acilitó a sus consumido
r
es comenza
r
a incu
r
sionar
en el mundo de las c
r
iptomonedas, estableciéndo
s
e
algunas comunidades en La
H
abana,
V
illa Cla
r
a y
Matanzas, lo que constituyó una mane
r
a de po
d
er
r
ealiza
r
comp
r
as online pa
r
a la población cubana
que las posee.
En una de sus
r
eseñas investigativas los aut
o
re
s
D
oimeadiós,Ca
r
mona,
I
zquie
r
doy
A
lbo
r
noz
(
2019c
)
señalan que uno de los p
r
oyectos de
inte
r
cambios de monedas c
r
ipto, es el Fusyona
r
adicado
con sede en B
r
asil, y de la cual La
H
abana también
s
e
conside
r
a ot
r
a sede al conta
r
con volunta
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ios cubano
s
.
-
Gestión
de
cobros
o
pagos
alrededor
de
r
ealiza
r
á las accio
-
nes
r
eque
r
idas.
los
servicios,comopagosdepeajepor
autopistas,
abastecimiento
de
carburante
o
pagos
de
factura
de
electricidad.
-
Ciberseguridad
en
el
que
cada
contrato
almace-
nado
dentro
de
la
red
distribuida
tendrá
asociado
un
código
de
almacenamiento
en
la
blockchain
y
estará
encriptado
con
algoritmos
seguros,
obstaculizando
la
posibilidad
de
que
se
cometa
algún
tipo
de
fraude
o
eliminación
de
los
mismos
por
estar
distribuida
su
certificación
de
validez.
Según
estudios
realizados,
IoT
para
2025
contará
con
cerca
de
38
billones
de
dispositivos
conectados
a
la
red
enviando
y
recibiendo
información
(Fernández,
2020),
con
la
blockchain
se
puede
realizar
un
mejor
aprovechamiento
de
la
información
que
generen
todos
estos
equipos
y
ponerla
a
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de
los
sectores
que
la
necesiten
para
implementar
acciones
automáticas.
En
un
sencillo
ejemplo,
una
aseguradora
de
automóvil
En Cuba no se puede
r
ealiza
r
el inte
r
cambio de
tenda
a
su
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una
vez
que
un
usuario
ningún tipo de c
r
iptomonedas po
r
divisas o
solicite
un
seguro
todos
los
datos
que
generarían
los
moneda nacional ya que no está legislado. El único
s
enso
r
es del automóvil como los kilómetros reco
rr
idosauto
r
izado a
r
ealiza
r
este tipo de ope
r
aciones de
3
9
ETEC
SA
como operador de telecomunicaciones
tiene un papel fundamental en la puesta en ma
r
cha
de estas
r
edes, que se empiezan a desar
r
olla
r
en
Cuba.
S
iendo necesario adoptar medidas en su
in
fr
aest
r
uctu
r
a tecnológica, para acom
p
aña
r
las
investigaciones con el soporte nece
s
a
r
io que
solicita
r
an las empresas desarrolladoras, en
f
utu
r
as
p
r
uebas de las mismas.
B
l
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k
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,
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o
,
2021
,
pp
.
30
-
41
ware descentralizados, que pueda estar ento
r
pe
-
ciendo el despegue de esta tecnología, la abo
r
dan
Doimeadiós, Carmona, Izquierdo y
A
lbornoz
(
2019a
)
al
r
e
f
e
r
i
r
lo expresado por el
D
r. Miguel
K
at
r
ib,
pe
r
teneciente al Instituto de Criptogra
f
ía de la
F
acultad de Matemática y Computaci
ó
n de la
Unive
r
sidad de La
H
abana donde, desde el año 2017
investigan las potencialidades de la blockc
h
ain. Este
conside
r
a que, en el contexto cubano, la concepción
cent
r
alizada de la mayoría de los proces
o
s p
r
oduc
-
tivos y de servicios, con variados y diversos inte
r-
media
r
ios acostumbrados a un compo
r
tamiento
r
eactivo, que espera las indicaciones de a
rr
iba”,
pudo habe
r
condicionado también la solución cen
-
t
r
alizada de muchas aplicaciones de software, y no
po
r
una nece
s
idad del propio soporte tecnológico.
F
omentar la creación de sinergias ent
r
e los
p
r
o
f
esionale
s
de esta institución, desar
r
ollado
r
es,
con ot
r
os organismos y empresas, como
Gr
upo
Emp
r
esa
r
ial
d
e la Informática y las Comunicaciones
misma, t
r
abajan en la actualidad los in
v
estigado
-
r
es dent
r
o del sector estatal. En tanto, en el secto
r
cuentap
r
opista, también se han dado pasos en esta
di
r
ección, pero es imperativo una mayor di
f
usión
de sus potencialidades para elevar cultura del nivel
deciso
r
io, e
n
aras de aportar soluciones o escena
-
r
ios de p
r
ue
b
as en los adelantos que se alcancen en
esta mate
r
ia.
inte
r
cambio de monedas en el país son las entidades
U
na vez que un paciente es atendido en una in
s
titu-
auto
r
izadas por el Banco Central de Cuba (BCC
)
.
ción
sanita
r
ia
los
datos
de su
histo
r
ial queda
r
ían re-
Una de las dificultades en el desarrollo de soft
-
gist
r
ados
y
no se
pod
r
ían
alte
r
a
r
con
el
t
r
anscur
s
o
de
los años, a su vez esta
r
ed pod
r
ía conecta
r
se a otra
r
ed teniendo va
r
ios puntos de conectividad co
n
otra
s
o
r
ganizaciones pa
r
a la consulta auto
r
izada del e
s
tado
de salud de los t
r
abajado
r
es en cada uno de los
s
ecto-
r
es de la economía.
U
n p
r
oyecto aplicable y novedoso en el sector an-
tes mencionado,
f
ue p
r
esentado en el 2019 du
r
ante la
celeb
r
ación en La
H
abana del Fo
r
o de Emp
r
esario
s
y
Líde
r
es de las Tecnologías de la
I
n
f
o
r
mación
(F
ELTI)
donde se dio a conoce
r
que el hospital Manuel Fajardo
implementa
r
á con el desa
rr
ollo de So
f
tel: histo
r
ia
s
clí-
nicas digitales. En estas se gua
r
da
r
án los
r
esultado
s
análisis de labo
r
ato
r
ios, tomog
r
a
f
ías,
r
ayos
X
, etc. de
los pacientes de este hospital. Los que se tendrán a
disposicn de cualquie
r
entidad sanita
r
ia del paí
s
una
vez se c
r
ee una histo
r
ia clínica cent
r
alizada
(
Pren
s
a
Latina, 2019
)
. Este p
r
oyecto que aún se encuentra en
f
ase de implementación se
r
ía un magni
f
ico punto de
pa
r
tida pa
r
a la implantación de una blockchain entre
(
GE
I
C
)
, el BCC y la
U
nión de Juristas ab
r
i
r
á las
todas estas instituciones ga
r
antizando de esta forma
pue
r
tas pa
r
a la difusión de estas redes y
q
ue se va
-
las
r
egulaciones éticas, la p
r
ivacidad de los dato
s
, la
lo
r
en p
r
oactivamente las posibles aplicaciones delegalidad de las
f
i
r
mas de los
f
acultativos y la
s
eguri-
esta tecnología en el país. En el desarrollo de la
dad de los
r
esultados y datos de mane
r
a gene
r
al.
D
oimeadiós, Ca
r
mona,
I
zquie
r
do y
A
lbornoz
(
2019a
)
evidencian ot
r
os dos empleos, en el primero
plantean:
BioCubaFa
r
ma tiene potencialidades tecnológica
s
y de capital humano altamente p
r
epa
r
ado pa
r
a lograr
un sistema de cont
r
ol de medicamentos. Básicamente
un medicamento puede se
r
un token, y la
r
eceta una
t
r
ansacción. En la actualidad se hace con papele
s
(re-
cetas, ta
r
jetón,
r
egist
r
os de cont
r
ol de las
f
a
r
macia
s
).
La blockchain y sus cont
r
atos pueden cont
r
olar e
s
ta
f
uncionalidad, así como a sus acto
r
es: p
r
oveedore
s
,
médicos, pacientes, hospitales, policlínicos, con
s
ul-
to
r
ios,
f
a
r
macias. Todo
r
egist
r
ado y pe
rf
ectamente
auditable.
Sob
r
e el segundo expusie
r
on:
(
)
el tu
r
ismo es un secto
r
susceptible de
s
er
tokenizado”. Teniendo en cuenta la g
r
an canti
d
ad de
pa
r
ticipantes que tiene el secto
r
: t
r
anspo
r
tistas, agen-
cias de viaje, hoteles,
r
estau
r
antes, a
r
tistas, sumi
n
i
s
tra-
do
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es estatales y p
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ivados.
I
d
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el sec
t
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El Ministe
r
io de Justicia
(
M
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J
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mont
o
cuantios
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n
r
ecu
r
so
s
mate
r
iale
s
e
n
lo
s
4
0
con el banco para los pagos hará que los
inte
r
esados obtengan el documento desea
d
o en
c
u
estión de minutos.
Ot
r
o impacto lo tenda en la distribución de ma
-
te
r
iales en los puntos de ventas a la población cono
-
cidos comúnme
n
te como rastros”, permitiría tene
r
un
r
egist
r
o de la compra-venta de los recursos
q
ue se
desca
r
guen y la trazabilidad de los mismos.
Ot
r
a aplicación sería en las empresas a la h
or
a de
cont
r
ola
r
de su
p
arque automotor la correspondencia
ent
r
e su
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egistro vehicular, la asignació
n
de
ca
r
bu
r
antes y los kilómetros reales recor
r
idos.
Además, se podrá supervisar el estado técnico
d
e los
vehículos, la necesidad de mantenimiento y la
f
recuencia de l
o
s mismos, comprobándose si se
mantienen aptos para circular.
Todas estas implementaciones pueden llevarse acabo,
pe
r
o est
r
echamente ligadas a la creacn de la identidad
di
g
ital, como se ha expuesto. La misma es la herramienta
necesa
r
ia pa
r
a la validación de la información ent
r
e las
di
s
tintas emp
r
esas que se encuentran en la red.
R
e
f
e
r
e
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