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s
tá produciendo una revolu-
ción acelerada en cuanto al u
s
o de la
s
Tecnología
s
de la
Información, dicho proce
s
o puede llegar a tener una im-
portancia
s
imilar a la que tuvo la llegada de la Internet a
una gran cantidad de u
s
uario
s
.
D
entro de todo e
s
te ver-
tigino
s
o proce
s
o, do
s
de lo
s
má
s
relevante
s
avance
s
s
on,
s
in duda, el rápido de
s
arrollo de la informática portátil y
la importante implantación de lo
s
s
i
s
tema
s
de comunica-
cione
s
móvile
s
. La conjunción de ambo
s
factore
s
permite
a lo
s
u
s
uario
s
acceder a una red en cualquier momento y
lugar aun cuando
s
e encuentren en movimiento.
D
e una
forma callada, en e
s
e de
s
arrollo la
s
rede
s
inalámbrica
s
s
e
e
s
tán introduciendo en el mercado de con
s
umo gracia
s
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uno
s
precio
s
populare
s
y a un conjunto de e
s
peciali
s
ta
s
que
han vi
s
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s
enorme
s
po
s
ibilidade
s
de e
s
ta tecnología. Lo
s
método
s
que
s
on nece
s
ario
s
para llevar a cabo e
s
to
s
s
i
s
-
tema
s
hoy con
s
tan de un precio mínimo o al meno
s
muy
a
s
equible y
s
u exi
s
tencia mañana
s
olo dependerá de la
s
e
s
-
trategia
s
comerciale
s
de la
s
empre
s
a
s
.
mejore
s
velocidade
s
de t
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an
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mi
s
ión
(
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oughput
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y , en
otro
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s
o
s
, por el acce
s
o inalámb
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ico donde
s
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s
parente a lo
s
ojo
s
del u
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io. En todo
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s
te proce
s
o de mejoramiento el Secto
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de Radiocomuni
-
cacione
s
de la
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nacional de la
s
Telecomunica
-
cione
s
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s
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fundamentalmente la indu
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s
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s
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s
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s
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s
inalámbrica
s
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cha móvil, y log
r
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r
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r
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s
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s
s
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s
5G
r
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r
an ac
-
ce
s
o al e
s
pectro en una
s
e
r
ie de banda
s
que den
s
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r
te a
la multiplicidad de ca
s
o
s
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s
o, inclu
s
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s
idad de
mejorar la calidad de
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-
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s
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s
amplio
s
que lo
s
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s
El con
s
tante incremento acelerado en el
s
ector de la
s
co-
municacione
s
inalámbrica
s
por banda ancha móvil a la 5
G
D
e
s
de
s
u
s
inicio
s
la
s
comunicacione
s
inalámb
r
ica
s
han
s
ufrido un trán
s
ito
s
u
s
tancio
s
o de
s
de la 1G ha
s
ta
la 4
G
, la
s
mi
s
ma
s
han evolucionado como
s
e mue
s
t
r
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s
tá impul
s
ado por la creciente demanda de capacidad, la
s
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G
En Telecomunicacione
s
5
G
s
on la
s
s
igla
s
utilizada
s
para referir
s
e a la quinta generación de tecnología
s
de
la Telefonía
M
óvil. E
s
la
s
uce
s
ora de la tecnología 4
G
donde actualmente
s
e encuentra
s
in e
s
tandarizar y la
s
empre
s
a
s
de telecomunicación e
s
tán de
s
arrollando
s
u
s
prototipo
s
. E
s
tá previ
s
to que
s
u u
s
o común
s
ea en 2020
aunque e
s
de e
s
perar un retra
s
o en
s
u de
s
pliegue, tal y
como ha ocurrido en 4
G
. [1]
La
s
rede
s
móvile
s
5
G
s
e a
s
ocian con el próximo pa
s
o
de I
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T, e
s
decir, I
M
T-2020 para la cual
s
e encuentra en
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s
, una
s
erie de modi
f
icacione
s
adicionale
s
al
s
i
s
tema integral
también
s
erán parte de la evolución a 5
G
, tanto en la Red
de
A
cce
s
o Radioeléctrico (R
AN
) como en la red central.
La
s
rede
s
móvile
s
5
G
e
s
el término que
s
e e
s
tá aplican-
do en el mercado para denominar
s
i
s
tema
s
po
s
teriore
s
a
I
M
T-
A
dvanced (e
s
decir, má
s
allá de LTE-
A
dvanced y
W
MAN
-
A
dvanced). [2]
A
unque el proce
s
o de de
f
inición de la
s
tecnología
s
que
con
s
tituirán la
s
rede
s
móvile
s
5
G
aún no ha concluido, lo
s
motore
s
para el de
s
arrollo de la tecnología ya e
s
tán bien
comprendido
s
, el IT
U
-R identi
f
icó tre
s
e
s
cenario
s
princi-
pale
s
de u
s
o para la 5
G
:
Banda
A
ncha
M
óvil optimizada.
Comunicacione
s
ultra con
f
iable
s
y de baja latencia.
Comunicacione
s
tipo máquina ma
s
iva.
En la
f
igura
s
e ilu
s
tran e
s
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s
cena
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aplicacione
s
a
s
ociada
s
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s
e explo
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a
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án.
A
l igual que 3
G
y 4
G
, la
s
r
ede
s
móvile
s
5G
s
on un con
-
junto de e
s
tándare
s
lo que
s
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-
nología que cumpla con cie
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pa
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s
, y que ponen
mucho énfa
s
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s
en la velocidad de t
r
an
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e
r
encia de dato
s
.
Por ejemplo, LTE e
s
la tecnología má
s
comúnmente a
s
o
-
ciada con la conectividad 4G, aunque alguno
s
ot
r
o
s
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s
tán
-
dare
s
como
H
SP
A
+ y Wi
M
AX también
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on cataloga
-
do
s
como 4
G
, ahora
s
on con
s
ide
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ado
s
como p
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ecu
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o
r
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s
de la verdadera tecnología 4G la
s
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ede
s
LTE. El con
s
umo
de dato
s
ha crecido expo
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encialmente donde alguno
s
de
lo
s
de
s
afío
s
má
s
importante
s
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s
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s
móvile
s
5G
s
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á
el poder balancear el con
s
umo vo
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az de dato
s
con lo
s
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mite
s
de la
s
rede
s
, la duración de la bate
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ía de lo
s
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s
po
s
i
-
tivo
s
móvile
s
y el co
s
to del
s
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vicio.
[
4
]
Por lo ante
s
expre
s
ado,
s
e pien
s
a que una de la
s
g
r
ande
s
diferencia
s
entre 4
G
y 5
G
s
ea la
fr
ecuencia que
s
e emplea
-
rá. En 4
G
lo má
s
habitual e
s
u
s
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ecuencia
s
baja
s
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lo
s
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M
hz y 2.6
G
hz. En la
s
p
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ueba
s
r
ealizada
s
de 5G
s
e
han utilizado banda
s
s
ituada
s
ent
r
e lo
s
26 y 38Ghz. Como
objetivo para el año 2020 p
r
obablemente no empeza
r
á a
llegar pero ya e
s
tá en marcha, con la
s
4G todavía en de
s-
pliegue, al meno
s
en E
s
paña lo
s
f
ab
r
icante
s
de di
s
po
s
itivo
s
utiliza
r
an los canales sepa
r
ados po
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200Mhz y lo
s
s
i
s
-
temas básicos usa
r
an
fr
ecuencias de banda de 900
M
hz.
Mient
r
as ot
r
os de 1800 y 1900Mhz, que utiliza
r
an nueva
s
bandas de 850Mhz,
f
ue
r
on ag
r
egadas en
f
o
r
ma po
s
terior,
así como el
r
ango de
fr
ecuencia utilizado po
r
los Si
s
tema
s
2
G
coincidió con algunas de las bandas utilizada
s
por lo
s
sistemas 1
G
(
como a 900
H
z en Eu
r
opa
)
desplazándolo
s
r
ápidamente.
[
2
]
La 3
G
(
La que cambió el juego
)
.
A
nte su inminente lle-
gada la idea de ve
r
videos o sostene
r
un videoconferencia
a t
r
avés de un telé
f
ono móvil e
r
a algo
r
ese
r
vado para la
ciencia
f
icción, aunque ya los p
r
ime
r
os s
m
artphone
s
em-
peza
r
on a su
r
gi
r
y se veía inevitable la idea de
q
ue en al-
gún punto existi
r
ían
r
edes de datos inalámb
r
ica
s
de alta
velocidad. En el año 2003 el Reino
U
nido lanzó de mane-
r
a o
f
icial una nueva gene
r
ación de las telecomunicacione
s
,
se t
r
ataba de una ve
r
sión de la conectividad E
D
GE permi-
tiendo alcanza
r
velocidades de hasta 2 Mbps ciento
s
de
veces más de lo que la conectividad
G
SM había logrado.
La 1G
(
El p
r
incipio) en 1970 fue un nuevo está
n
da
r
de co
-
n
ectividad que llegó al mundo.
S
u uso fue lo que le dio vida a
los p
r
ime
r
os celulares y permitió realizar llama
d
as sin tene
r
u
n cable de po
r
medio. El nombre común que llevaba esta
tecnología e
r
a
‘
celular’ ya que la señal transmitida se dividía
en unas celdas
h
exagonales que se podían reutiliza
r
de ma
-
n
e
r
a dinámica según fuera el caso, la misma solamente pe
r-
mitía la
r
ealización de llamadas telefónicas y t
r
ans
f
e
r
encia
d
e datos, lo cual introdujo los teléfonos celulares basados en
las
r
edes móviles con el empleo de múltiples e
s
taciones de
b
ase
r
elativamente cercanas unas de otras y protocolos pa
r
a
el “t
r
aspaso” entre las celdas cuando el teléfon
o
se movía.
La 4
G
(A
ho
r
a navega
r
emos en yate
)
de las comunica-
ciones móviles
f
ue una evolución natu
r
al de la
s
ba
s
e
s
que ya había establecido la conectividad 3
G
y lo
s
últi-
mos miemb
r
os de esta época como el
H
SP
A
+. La conec-
tividad Long
-
Ter
m
Evolution se come
r
cializa al público
como 4
G
LTE y escala de
f
o
r
ma conside
r
able la potencia
de t
r
ansmisión que los estánda
r
es 3
G
o
fr
ecen. El objeti-
vo de este nuevo “estánda
r
” es ga
r
antiza
r
una calidad de
La tecnología p
r
edominante de esta generación e
r
a
A
MPS
se
r
vicio y el cumplimiento de los
r
equisitos mí
n
imo
s
para
—
Advanced
M
obile Phone Syste
m
— desarr
o
llada p
r
in
-
la t
r
ansmisión de mensaje
r
ía multimedia, vide
o
chat, T
V
cipalmente po
r
Bell, donde la información con la voz e
r
a
móvil o se
r
vicios de voz y datos en cualquie
r
momento
t
r
ansmitida en
f
orma de frecuencia modulada al p
r
oveedo
r
y luga
r
utilizando siemp
r
e el sistema que mejor
s
ervicio
d
e se
r
vicio, un canal de control era usado en forma simultá
-
o
fr
ezca. Esta gene
r
ación p
r
etende da
r
una velocidad de
n
ea pa
r
a habilitar el traspaso a otro canal de comunicación
hasta 10Mbps pa
r
a b
r
inda
r
se
r
vicios multimedia como
d
e se
r
lo necesa
r
io. [2]
t
r
ans
f
e
r
encia de a
r
chivos de imágenes de g
r
an tamaño y
La 2G
(
La segunda iteración) comienza a principios de
videos en tiempo
r
eal.
[
2
]
los noventa, donde hubo un crecimiento de las tecnologíasLa 5
G
(
Lo que sigue es un cohete
)
. Cuando miramo
s
to-
y
la
r
ápida penetración de estos dispositivos en el mundodos estos momentos histó
r
icos podemos da
r
no
s
cuenta
g
ene
r
ó que las
r
edes móviles no aprovecharan todo el po
-
que cada nueva gene
r
ación de tecnología dispa
r
a aún má
s
tencial que los
d
ispositivos creados a su alrededo
r
, po
r
lola llegada de nuevos dispositivos y se
r
vicios
s
egún
s
u
s
q
ue se empezó a usar una tecnología que se desa
rr
olló en
r
eque
r
imientos de conexión. Las
r
edes móviles 5
G
e
s
tán
los ochenta: el estándar
GS
M que permitío la t
r
ans
f
e
r
en
-
a unos pocos años de distancia y aunque su im
p
lementa-
cia de datos a u
n
a velocidad mayor y que entra
r
an en jue
-
ción puede ta
r
da
r
, su llegada plantea nuevos e
s
cenario
s
g
o capacidades como el correo de voz y los mensajes deen el uso de tecnologías móviles, en las comunicacione
s
texto. Con esta tecnología llegaron las noti
f
icaciones víainalámb
r
icas.
HUA
WE
I
, po
r
ejemplo, nos cuenta que
inte
r
net, la navegación en portales más completos ab
r
ien
-
en sus p
r
uebas de 5
G
se ha alcanzado 1.000
v
ece
s
má
s
d
o la pue
r
ta para la tecnología 2.5
G
la cual llegó en lacapacidad, que 4
G
pod
r
á sopo
r
ta
r
hasta 1.000 millone
s
d
écada de los 90 con sistemas como
GS
M más
r
elevantede conexiones, tend
r
á latencia de 1mseg y una
v
elocidad
y
a que
f
ue el estándar europeo de telefonía móvil digital.hasta 10
G
pbs; lo cual pe
r
miti
r
á cambia
r
po
r
completo el
Se ca
r
acte
r
izó por circuitos digitales de datos conmutadospano
r
ama y la indust
r
ia de los se
r
vicios en la n
u
be como
p
o
r
ci
r
cuito y la introducción de la telefonía rápida y avan
-
los del ent
r
etenimiento y la comunicación, así que
s
olo
zada a las
r
edes.
U
só a su vez el acceso múltiple de tiemponos
r
esta esta
r
listos pa
r
a
r
ede
f
ini
r
una vez má
s
nue
s
tra
F
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gu
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a
2.
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) para permitir que hasta oc
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iencia con la
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4
G
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s
5
G
A
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s
requi
s
ito
s
para 5
G
s
on: llamar la atención para
habilitar e
s
ta
s
aplicacione
s
que tienen requerimiento
s
téc-
te,
s
in embargo, lo
s
s
i
s
tema
s
5
G
proveerán capacidade
s
adicionale
s
y como re
s
ultado de ello la
s
con
s
ideracione
s
s
obre el e
s
pectro requerido para 5
G
deben incluir a toda
s
la
s
aplicacione
s
previ
s
ta
s
para la
s
rede
s
futura
s
.
a cabo ha
s
ta ahora
s
e han utilizado banda
s
s
ituada
s
ent
r
e
lo
s
26 y 38
G
hz. Pero, ademá
s
de la velocidad, la
la
t
en
-
nico
s
e
s
pecí
f
ico
s
y que deben abordar
s
e mediante el di-
cia
e
s
uno de lo
s
punto
s
impo
r
tante
s
en la
s
f
utu
r
a
s
r
ede
s
s
eño adecuado de la interfaz o interface
s
de radio 5
G
y el5
G
, por ello
s
e e
s
taría creando una nueva tecnología ca
-
acce
s
o a rango
s
de frecuencia
s
apropiado
s
, mientra
s
quepaz de
re
du
cir
h
asta valores cercanos al
m
ilisegundo
, lo
otra
s
, como video de alta re
s
olución, nece
s
itarían veloci-
cu
al
provocarí
a
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mejo
r
a
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,
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juego
s
online
dade
s
de conexión ultra rápida
s
, a
s
í como un de
s
empe-
y
ademá
s
,
a
l
a
ho
ra
d
e
mantene
r
videocon
f
e
r
encia
s
,
en
la
s
ño muy robu
s
to y un rango de amplio alcance.
D
ebemo
s
qu
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r
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r
retard
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s
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a
s
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s
de la
s
aplicacione
s
s
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s
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no
s
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a
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r
abaja
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co
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por
s
i
s
tema
s
4
G
evolucionado
s
con el e
s
pectro exi
s
ten-
per
s
ona
s
que
s
e encuentran lejo
s
de no
s
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r
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s
.
(
Fig
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s
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G
El objetivo a lo
g
rar para toda nueva generación de
r
ed mó
-
vil es multiplicar la velocidad de la conexión,
p
e
r
o con la
5G hay más que eso.
N
o se trata solo de ofrece
r
velocida
-
des de vé
r
tigo sino de hacer que las conexiones ganen en
nes, p
r
uebas y prototipos dándose posteriormente dos años
pa
r
a la c
r
eación del estándar, otro año para el desa
rr
ollo de
p
r
oductos y
f
inalmente su despliegue en 2020.
de
r
edes ya han establecido un calendario para explota
r
lascalidad, po
r
un lado mejo
r
ando el núme
r
o de terminale
s
5G, po
r
ello hasta el 2017 es tiempo para las in
v
estigacio
-
al que puede da
r
se
r
vicio cada antena simultáneamente, y
po
r
ot
r
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r
educiendo la latencia.
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amente, de
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inimos que cada gene
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ación nueva de
r
ed inalámb
r
ica t
r
ae apa
r
ejados nuevos conjunto
s
de ca
s
o
s
de uso, po
r
ello 5
G
no va a se
r
la excepción y va a centrar
s
e
en el
I
oT y en las aplicaciones de comunicacione
s
crítica
s
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s
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s
-
quematizan va
r
ios casos de usos cont
r
a sus necesidade
s
en
cuanto a velocidades y tiempo de
r
espuesta
r
ápida (latencia).
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[
3
]
Lo
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grande
s
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s
de implanta
r
una nueva tecnología no
s
llevaría a pen
s
ar mucho má
s
de la velocidad y latencia. Lo
primero de todo
s
erá que lo
s
paí
s
e
s
s
e pongan de acue
r
do
en cuale
s
s
erán concretamente la
s
banda
s
que
s
e de
s
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-
rán a la 5
G
, a
f
in de que dicho e
s
pacio del e
s
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r
o
s
e deje
di
s
ponible, pero también
p
a
r
a que puedan viaja
r
s
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r
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-
La primera gran diferencia entre 4
G
y 5
G
e
s
que actual-cuparno
s
de la
s
banda
s
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s
en en ot
r
o
s
paí
s
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s
, ademá
s
mente e
s
la frecuencia que
s
e u
s
a.
M
ientra
s
en 4
G
lo má
s
el u
s
o de frecuencia
s
tan alta
s
puede
s
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r
un p
r
oblema
2.6
G
hz, en el ca
s
o de la
s
prueba
s
de 5
G
que
s
e han llevadoque tendremo
s
que ver cómo en
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[
3
]
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s
u
s
ar frecuencia
s
baja
s
entre lo
s
800
M
hz ya la hora de que la
s
eñal penet
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pera que tenga un
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s
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s
po
s
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s
que
s
e
conecten a e
s
ta
s
rede
s
menor que el empleado en la
s
re-
de
s
móvile
s
4
G
. Tampoco
s
e
s
aben lo
s
co
s
to
s
de lo
s
de
s
-
pliegue
s
, pero en alguna
s
parte
s
del mundo ya hay una
fecha para el de
s
pliegue de e
s
ta tecnología, e
s
perando que
en tan
s
ólo cuatro año
s
ya haya llegado a e
s
ta
s
zona
s
del
mundo. E
s
ta tecnología
s
ervirá para que nue
s
tro
s
teléfo-
no
s
móvile
s
de
s
carguen contenido de Internet mucho má
s
rápido que en la actualidad. Pero 5
G
va mucho má
s
allá,
verdaderamente
s
e e
s
pera una revolución en la comunica-
ción entre lo
s
s
ere
s
humano
s
y la
s
máquina
s
. (teléfono
s
,
móvile
s
, ordenadore
s
, ca
s
a
s
, etc.)
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importante de
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tacar que debido al g
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ecimiento y
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s
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s
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s
o di
s
po
s
itivo
s
conectado
s
que veremo
s
para el año 2020
(
coche
s
, wea
r
able
s
,
r
opa y a
s
aber que otra
s
co
s
a
s
que hoy ni
s
on imaginable
s)
, lo
s
mó
-
vile
s
s
olo repre
s
entarán u
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a pequeña pa
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te de lo
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s
conectado
s
a la
s
antena
s
, de
s
tacando el ot
r
o punto que
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s
rede
s
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s
5G la gene
r
ación de la
s
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g
ene
r
a
l
e
s
d
e
l
a
s
r
e
d
e
s
m
ó
v
il
e
s
y
b
a
n
d
a
s
d
e
f
r
e
c
uen
c
i
a
s
[
4
]
G
ran capacida
d
de trans
m
isión: Es uno de los p
r
incipales
reque
r
imientos, sin embargo, se precisa también analiza
r
los costos de acceso a esa g
r
an cantidad de dato
s
, no
s
olo
en el aspecto moneta
r
io sino también en costos de energía.
cione
s
. La
s
rede
s
móvile
s
5
G
e
s
tán con
s
truida
s
s
obre lo
s
cimiento
s
de la
s
rede
s
móvile
s
4
G
-LTE por lo que no
s
permitirá enviar texto
s
, realizar llamada
s
y navegar por
Internet, aumentando con
s
iderablemente la velocidad de
tran
s
ferencia, concretamente a 5.000
M
bit
s
/
s
eg.
formarán la realidad actual en una “
r
ealidad conectada”,
en la que todo
s
lo
s
objeto
s
y la
s
pe
rs
ona
s
e
s
tán conectado
s
entre
s
í formando un todo único. E
s
ta
s
pe
r
miti
r
án conec
-
tar má
s
de
s
ei
s
millone
s
d
e
s
i
s
tema
s
y adicionalmente del
orden de mil objeto
s
por cada uno de ello
s
. Cada pe
rs
ona
e
s
tará conectada permanente a
s
u
s
médico
s
,
s
u
s
amigo
s
,
s
u
s
compañero
s
de trabajo, cliente
s
/p
r
oveedo
r
e
s
,
s
e
r
vi
-
cio
s
de
s
eguridad, pero ademá
s
e
s
ta
r
á conectada a
s
u au
-
tomóvil,
s
u nevera,
s
u tienda del pan
f
avo
r
ita, luga
r
e
s
de
ocio, metro, aeropuerto, vivienda, etc. Lo
s
objeto
s
e
s
ta
r
án
igualmente conectado
s
po
r
lo que un “palet” pod
r
á “que
-
jar
s
e” a
s
u empre
s
a y p
o
d
r
á de
s
ca
r
ga
rs
e un
s
o
f
twa
r
e de
control que la haga má
s
e
f
iciente.
Bajos costos de trans
m
isión de datos y energía
:
La
s
rede
s
móviles 5
G
no solo deben mantene
r
, sino
r
educi
r
e
s
o
s
co
s
-
tes, ya que en cuanto a costos de ene
r
gía debe
r
án funcionar
en dispositivos que
r
equie
r
an pe
r
iodos conside
r
ablemente
la
r
gos de tiempo sin necesidad de
r
eca
r
ga.
Conectará una gran cantidad de dispositivos
:
Conectará
P
o
t
e
n
c
i
a
l
B
a
nd
w
i
t
c
h
2
x
100
M
h
z
1
.
65
.
8
G
h
z
t
o
t
a
l
5
G
h
z
no solo los telé
f
onos móviles sino también de
s
en
s
ore
s
inalámb
r
icos colocados en
r
opa, casas, etc. Se prevé quevelocidade
s
a cada terminal conectado, reduciendo lo
s
La
s
rede
s
móvile
s
5
G
tran
sf
o
r
ma
r
án nue
s
t
r
a
f
o
r
ma de pe
r-
pa
r
a entonces existi
r
án millones de estos conectado
s
a la
habituale
s
problema
s
que
s
e dan en grande
s
aglomera-
cibir y relacionarno
s
con el mundo que no
s
r
odea, t
r
an
s-
r
ed 5
G
.
Velocidades reales
:
Esta
f
utu
r
a tecnología tend
r
á una ve-
locidad de 10
G
bps en dete
r
minados ento
r
nos, 100
M
bp
s
se
r
á la velocidad no
r
mal en zonas u
r
banas o su
b
urbana
s
y
la velocidad de 10Mbps en el
r
esto de las pa
r
tes
s
erá po
s
i-
ble, incluyendo zonas
r
u
r
ales en países subdesa
r
rollado
s
.
Baja tasa de latencia
:
A
meno
r
tasa de latencia
s
erá ma-
yo
r
la velocidad de los datos, lo cual se
r
á posible debido a
que se segui
r
án utilizando p
r
otocolos de
I
nte
r
net. Cuando
se log
r
e meno
r
tasa de latencia se pod
r
án encontrar mu-
chas más aplicaciones pa
r
a situaciones c
r
ítica
s
como e
s
segu
r
idad y p
r
ocesos indust
r
iales. Finalmente,
s
e trabaja
pa
r
a mejo
r
a
r
la tasa existente actualmente en la
s
rede
s
móviles 4
G
.
Alta disponibilidad y
fi
abilidad
:
G
a
r
antizando e
s
ta carac-
te
r
ística se log
r
a dispone
r
de estos se
r
vicios en aplicacio-
nes de alto
r
iesgo, como po
r
ejemplo el cont
r
ol de trá
f
ico.
Trans
m
isión
m
ultiantena
:
Esta ca
r
acte
r
ística será de vi-
tal impo
r
tancia en el diseño de tecnologías 5
G
ya que la
misma ope
r
a
r
á a di
f
e
r
entes
fr
ecuencias y en el ca
s
o de
fr
ecuencias altas incluyendo el uso de múltiple
s
antena
s
cont
r
a
rr
esta
r
á las malas condiciones de t
r
ansmi
s
ión, en
las
fr
ecuencias más bajas pe
r
miti
r
á mejo
r
a
r
la velocidad.
En la siguiente tabla se muest
r
a un
r
esumen de alguna
s
bandas de
fr
ecuencia p
r
elimina
r
mente.
p
e
r
manece
r
conectados en situaciones complicadas como
mente pobladas. La tecnología 5
G
será una completa solu
-
ción de acceso inalámbrico para el año 2020 y las p
r
inci
-
p
ales ca
r
acte
r
ísticas son las siguientes: [5]
Se p
r
evé que las redes móviles 5
G
sean muy rápidas aun
-
En conc
r
eto se distinguían cuat
r
o bloques
f
undamentale
s
:
q
ue la velocidad especí
f
ica todavía está en fa
s
e de p
r
ue
-
uno ent
r
e 6 y 20
G
hz, ot
r
o ent
r
e 20 y 40
G
hz, un tercero
b
as. Existen algunos consorcios sobre 5
G
que p
r
omueven
ent
r
e 40 y 60
G
hz, y el último ent
r
e 60 y 100
G
hz.
A
demá
s
,
u
na velocidad máxima de 10
G
igabits/seg, alg
u
nos g
r
upos
se ab
r
i
r
ía
la posibilidad
al
uso
de
las
bandas
de
3,6, 3,8, ó
como la Comisión Europea están orientados a la mane
r
a
4,2G
h
z
p
ara sol
u
cio
n
ar los
p
ro
b
le
m
as
d
e
f
al
t
a
d
e
p
e
n
etra-
en que las
r
ede
s
móviles 5
G
permitirán a los dispositivos
ció
n
en edi
f
icios.
u
n viaje en t
r
e
n
, así como en áreas densamente o escasa
-
F
un
c
i
o
n
a
m
i
en
t
o
d
e
l
a
s
r
e
d
e
s
m
ó
v
il
e
s
5
G
[
4
]
H
ay dos puntos impo
r
tantes en las
r
edes móvile
s
5
G
que
ha
r
án que esta gene
r
ación sea la de las máquina
s
. Por un
lado, las velocidades antes mencionadas no se repartirán
ent
r
e los dispositivos conectados a una misma antena,
sino que las estaciones bases se
r
án capaces de
d
ar dicha
s
F
i
gu
r
a
6.
D
i
f
e
r
e
n
c
i
a
s
e
n
t
r
e
4
G
y
5
G
.
F
u
e
n
t
e
:
[
3
]
4
2
R
ev
i
st
a
T
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E
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p
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s
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C
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b
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S.
A
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J
U
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O / D
I
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M
B
R
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2017
V
O
L
.
14
4
3
T
É
C
N
I
C
A
T
É
C
N
I
C
A
Ade
m
á
s
de la
s
tecnología
s
wi
r
ele
ss
, 5
G
inco
r
po
r
a tecno-
logía
s
de co
m
putación y nube pa
r
a to
r
na
r
todo inteligente
y conectado. 5
G
requiere una tran
s
formación completa de
la red con una red central virtualizada, arquitectura
s
ba-
s
ada
s
en la nube y análi
s
i
s
avanzado de dato
s
. Intel tiene
la e
s
cala para atender al alcance completo que 5
G
exige.
R
i
e
s
g
os
a
d
o
p
t
a
d
os
p
o
r
l
a
s
r
e
d
e
s
m
ó
v
il
e
s
5
G
[
6
]
A
unque parezca que no hay ningún rie
s
go, la verdad e
s
que conviene
s
eñalar alguno
s
elemento
s
. La
s
frecuencia
s
de radio que u
s
an la
s
antena
s
para tran
s
mitir la
s
s
eñale
s
5
G
s
on ca
s
i 20 vece
s
mayore
s
frente a la
s
demá
s
antena
s
que emiten
s
eñale
s
4
G
, por ejemplo, durante la realización
de la
s
prueba
s
en
H
olanda, la
s
antena
s
que emitían
s
eñale
s
de radio alcanzaban frecuencia
s
de 73.000
M
hz frente a
lo
s
3.500
M
hz que u
s
an la
s
actuale
s
antena
s
4
G
.
A
unque la
s
eñal de radio que exi
s
ta en la
s
zona
s
metropolitana
s
s
ea
buena e
s
to también
s
igni
f
ica que habrá una mayor concen-
tración de radiacione
s
pa
s
iva
s
.
O
tro problema técnico e
s
tá
relacionado con la
s
s
eñale
s
de alta frecuencia en general,
al igual que lo
s
s
i
s
tema
s
inalámbrico
s
de tipo Wi-Fi el e
s
-
tándar 5
G
tiene una capacidad de penetración muy redu-
cida y pierde potencia cuando aparecen múltiple
s
muro
s
en
s
u camino.
La velocidad 5
G
completará la ya exi
s
tente red 4
G
,
f
i-
nalmente, al igual que 4
G
y 3
G
, la
s
velocidade
s
para 5
G
aparecerán por primera vez
s
olo en determinada
s
zona
s
y
s
olo para lo
s
teléfono
s
capace
s
de recibir e
s
ta
s
s
eñale
s
,
aunque dependerán en gran medida de la enorme red de
antena
s
4
G
in
s
talada
s
ha
s
ta la fecha.
As
imi
s
mo, no todo
s
lo
s
s
ervicio
s
de telefonía móvil pa
s
arán a la vez a la
s
rede
s
5
G
en el re
s
to del mundo.
L
a
U
I
T
-
R
i
m
p
u
l
s
a
n
h
a
c
i
a
l
a
s
r
e
d
e
s
m
ó
v
il
e
s
5
G
La
s
recomendacione
s
U
IT-R con
s
tituyen una
s
erie de nor-
ma
s
técnica
s
internacionale
s
de
s
arrollada
s
por el Sector
de Radiocomunicacione
s
de la
U
IT. E
s
ta
s
s
on el re
s
ultado
de e
s
tudio
s
efectuado
s
por la
s
Comi
s
ione
s
de E
s
tudio de
Radiocomunicacione
s
s
obre:
- La utilización de una gama amplia de
s
ervicio
s
inalám-
brico
s
, incluyendo la
s
nueva
s
tecnología
s
de Comunica-
cione
s
M
óvile
s
.
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s
tión del e
s
pectro de Radiofrecuencia y la
s
órbita
s
de
s
atélite
s
.
- El u
s
o e
f
icaz del e
s
pectro de radiofrecuencia por todo
s
s
e de
s
plazarán fácilmente de una hacia otra con ba
s
e en
la
s
nece
s
idade
s
del aplicativo.
preocupar
s
e con cuál interfaz u
s
ar
s
u
s
di
s
po
s
itivo
s
, quelo
s
s
ervicio
s
de Radiocomunicacione
s
.
- La radiodifu
s
ión terrenal y la
s
r
adiocomunicacione
s
po
r
s
atélite.
- La propagación de la
s
o
n
da
s
eléct
r
ica
s
.
- Lo
s
s
i
s
tema
s
y la
s
rede
s
pa
r
a el
s
e
r
vicio
f
ijo y móvil po
r
s
atélite.
- La
s
operacione
s
e
s
paciale
s
, el
s
e
r
vicio de explotación
de la tierra por
s
atélite, el
s
e
r
vicio de meteo
r
ología po
r
s
atélite y el
s
ervicio de radioa
s
t
r
onomía.
Lo
s
miembro
s
de la
U
ITtambién han alentado al Secto
r
de
N
ormalización de la
U
ni
ó
n
(
U
I
T
-
T
)
pa
r
a
f
omenta
r
la in
-
clu
s
ión
f
inanciera y promove
r
el e
s
tablecimiento de ta
r
i
f
a
s
de itinerancia móvil a
s
eq
u
ible
s
y mejo
r
a
r
la p
r
otección del
con
s
umidor y la calidad de lo
s
s
e
r
vicio
s
T
I
C
s
, al mi
s
mo
tiempo han
s
olicitado que
r
e
s
palden el u
s
o de la compu
-
tación cloud para regi
s
trar dato
s
de evento
s
de ae
r
onave
s
,
vehículo
s
y otra
s
máquina
s
conectada
s
. Según palab
r
a
s
de
Mokta
r
Mnak
r
i P
r
e
s
idente de la A
M
NT
-
16 “
[
...
]
a
r
aíz de
la
AMN
T-16, la
U
IT ha a
d
optado una po
s
ición
f
i
r
me pa
r
a
impul
s
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s
arrollo de una in
fr
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s
t
r
uctu
r
a T
I
C
s
digna
de con
f
ianza y e
s
encial pa
r
a el éxito de lo
s
Si
s
tema
s
5G
inteligente
s
, cuyo
s
pilares
s
e
r
án la
s
r
ede
s
de t
r
an
s
po
r
te de
ultra alta velocidad, el Inte
r
net de la
s
Co
s
a
s
, la
s
ciudade
s
inteligente
s
y
s
o
s
tenible
s
[...
]
ˮ. La
I
TU
-
R también pod
r
ía
de
s
empeñar un papel vital al
r
euni
r
la expe
r
iencia en 5G
de alrededor del mundo (o
r
ganizacione
s
que de
s
a
rr
ollan
norma
s
, órgano
s
de inve
s
tigación,
r
egulado
r
e
s
y el ámbito
académico) y la experiencia al inte
r
io
r
del
I
TU
-
R
(
G
r
upo
de Trabajo 5
D
) para completa
r
el de
s
a
rr
ollo de la
s
no
r-
ma
s
de 5
G
(I
M
T-2020) según lo
s
tiempo
s
aco
r
dado
s
en
el IT
U
-R. Lo
s
de
s
arrollo
s
de tale
s
no
r
ma
s
deben veni
r
acompañado
s
de e
s
tudio
s
s
ob
r
e cue
s
tione
s
del e
s
pect
r
o.
El
G
rupo de Trabajo 5
D
del
I
TU
-
R como punto
f
ocal de
e
s
to
s
e
s
tudio
s
podría reuni
r
lo
s
a
s
pecto
s
tecnológico
s
de
la 5
G
con la identi
f
icación de banda
s
mundialmente a
r
mo
-
nizada
s
para con
s
ideració
n
en la WRC
-
19, en la
s
iguiente
f
igura 8
s
e apreciarán lo
s
p
lazo
s
gene
r
ale
s
del
I
TU
-
R pa
r
a
el de
s
arrollo de la 5
G
.
I
n
t
e
r
ne
t
d
e
l
a
s
c
os
a
s
(
I
o
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)
Se puede avizorar que una va
r
iedad de aplicacione
s
de
IoT que aprovechan la in
fr
ae
s
t
r
uctu
r
a celula
r
pod
r
ían
s
er prevalente
s
en 2020. Exi
s
ten opo
r
tunidade
s
que
van de
s
de medidore
s
de potencia empleado
s
en la Red
Eléctrica Inteligente ha
s
ta Si
s
tema
s
Público
s
de Ale
r-
ta
s
que utilizan
s
en
s
ore
s
de detección de te
rr
emoto
s
/ t
s
unami
s
conectado
s
de mane
r
a inalámb
r
ica. Todo
s
e
s
to
s
tipo
s
de aplicacione
s
pueden y e
s
tán comenzando
a de
s
plegar
s
e inclu
s
o en la
s
r
ede
s
celula
r
e
s
de hoy. Sin
embargo,
s
e predice que la
s
aplicacione
s
de la
I
nte
r
net
nas y que se
r
á su capacidad de trabajar con distintos tipos
y gene
r
aciones
d
e redes, sobre el papel de los dispositivos
compatibles con 5
G
y que serán capaces de cambia
r
de
r
ed
(
hacía ot
r
as
r
edes móviles, Wi-
F
i u otro tipo de
r
edes
)
sin
que el usua
r
io perciba ese cambio instantáneamente.
I
m
p
o
r
t
a
n
c
i
a
d
e
l
a
s
r
e
d
e
s
m
ó
v
il
e
s
5
G
Las
r
edes móviles 5
G
necesitarán chips y equipos que la
sopo
r
ten, así como fabricantes que empleen distintos p
r
o
-
veedo
r
es de se
rv
icios y que a su vez sean líderes de me
r-
cado, los cuales están usando actualmente la plata
f
o
r
ma
pa
r
a p
r
uebas de redes móviles 5
G
. En el caso especí
f
ico
de
I
ntel, p
r
etende posicionarlas de forma privilegiada pa
r
a
integ
r
a
r
la nube, computación y dispositivos inalámb
r
icos
en un
“
Futuro 5
G
perfecta
m
ente conectado y poderosa
-
mente inteligente
”
. En una infografía donde apa
r
ecen al
-
gunas cu
r
iosidades sobre esta tecnología transfo
r
macional
se destaca que:
Las redes
m
óviles 5
G
dirigirán un tsuna
m
i de
d
ato
s
. 5
G
no se t
r
ata apenas de velocidad, sino también de permitir
insights nuevos e inc
r
eíbles pa
r
a impulsa
r
la e
f
iciencia, a
s
í
como la monetización de datos.
Con las redes
m
óviles 5
G
, la econo
m
ía de dat
os
s
uf
r
i
r
á
un ca
m
bio radical. 5
G
posibilita
r
á un modelo de
s
ervicio
di
f
e
r
ente que pe
r
miti
r
á a los p
r
estado
r
es de se
r
vicio
s
redu-
ci
r
el costo po
r
bit pa
r
a aloja
r
el
f
lujo de datos, mientra
s
impulsan los ing
r
esos con nuevos se
r
vicios y aplicacione
s
.
Las redes
m
óviles 5
G
incorporan
m
uchas tecnología
s
ina-
lá
m
bricas, incluso las que usa
m
os actual
m
ente.
M
á
s
que
una inte
rf
az aé
r
ea única, 5
G
implementa
r
á una red hete-
r
ogénea de tecnologías inalámb
r
icas, como Wi-Fi, LTE
P
r
o
A
dvanced, mmWave y ot
r
as, todas
f
uncionando
pe
rf
ectamente en conjunto. Los usua
r
ios no nece
s
itarán
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14
4
5
lo
s
ojo
s
pue
s
to
s
en la Realidad Vi
r
tual, el vídeo en 4K y
la
s
múltiple
s
experiencias po
r
la
s
que cada vez má
s
com
-
pañía
s
apue
s
tan. “Lo
s
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s
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s
van a demanda
r
pe
r
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s
tarifa
s
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s
ope
r
ado
r
e
s
s
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5
G
ba
s
ado fundamentalmente en el gran de
s
arrollo pre-
s
entado en el mundo de la
s
Telecomunicacione
s
el cual
avanza a gran velocidad. E
s
por ello que con e
s
ta tecno-
logía
s
urgen nuevo
s
concepto
s
de
s
conocido
s
para la ma-
yoría y por tanto 5
G
, con
s
u inminente llegada,
s
upone
un
s
alto
s
u
s
tancial entre la
s
rede
s
móvile
s
4
G
y 5
G
. La
s
ve e
s
tudio
s
obre alguno
s
a
s
pecto
s
de la
s
rede
s
móvile
s
del entretenimiento a travé
s
de la innovación con todo
s
una revolución en el campo de la
s
tecnología
s
, a
s
í como
m
i
s
m
a
manera
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s
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s
móvile
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s
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s
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s
[1]
www
.
w
ikipedia.org
[2] 4
G
A
merica
s
`Recommendation
s
on 5
G
Requirement
s
and Solution
s
.
(
Recomenda
-
cione
s
de 4
G
A
merica
s
s
obre requi
s
ite
s
y
s
olucione
s
pa
r
a 5G
)
, Octub
r
e 2014.
[3] Recomendación IT
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M
. [I
M
T.
V
i
s
ion], documento 5/199, “F
r
amewo
r
k and ove
r
all
objective
s
of the future development of I
M
T for 2020 and beyond”
(M
a
r
co y objetivo
s
generale
s
del de
s
arrollo futuro de I
M
T para 2020 y años
s
ub
s
iguiente
s
”
)
[
adoptado julio
de 2015]
[4] Trabajo de
D
iploma. ¨Si
s
tema
s
M
I
MO
. Simulación y análi
s
i
s
de
s
u impacto en Comu
-
nicacione
s
M
óvile
s
en Exteriore
s
.¨
[5]
www
.xataka.com/moviles/5
G
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s
í e
s
el futuro de la
s
Rede
s
M
óvile
s
.
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u
s
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ne
s
M
ediante este
p
royecto se ha conseguido hacer un b
r
e
-
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e las Cosas crecerán a un ritmo mucho más veloz
q
ue el que quizás puedan manejar de forma óptima
las
r
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2017
)
s
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r
te a los posibles miles de millones de dispositi
-
v
os
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oT, se necesita una infraestructura inalámb
r
ica
q
ue no solo sea escalable en términos de s
u
capaci
-
d
ad sino que además pueda manejar de mane
r
a ópti
-
ma las di
f
e
r
entes necesidades de servicio de dive
r
sas
v
e
r
ticales de
Io
T. Ejemplos de diferentes necesida
-
d
es de se
r
vicio
s
incluyen distintos requisitos de mo
-
v
ilidad, latencia, con
f
iabilidad y resiliencia de las
redes. Estos conjuntos diversos de requisito
s
pueden
exigi
r
una
r
e
-
arquitectura de los componentes clave
d
e la
r
ed celular, por ejemplo, para dar sopo
r
te a la
movilidad a demanda en que esta solamente se su
-
minist
r
e a aquellos dispositivos y servicios que la
requie
r
an. El siguiente ejemplo de casos de uso con
Comunicaciones Tipo Máquina (MTC) 10 se con
-
v
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r
ti
r
á en la norma societaria en torno del año 2020.
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2020
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[
2
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www
.cronicasgeek.com/
2015/12/velocidade
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utu
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