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vando en nue
s
tro paí
s
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s
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s
inalámbrica
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en diver
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a
s
área
s
de la ciudad para pro-
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s
o a Internet tanto a
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como a
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ta
s
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s
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iten.
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s
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s
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s
u
s
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s
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s
e realizará un
di
s
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s
ea, que no
s
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en cuenta la
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zona
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que de acuerdo a la alta den
s
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gar permitirá futura
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e con lo
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ma. En e
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r
sonas entre turistas y habitantes locales ci
r
culan
por esta aé
r
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P
a
r
a la recopilación de estos datos se tuvo
en cuenta los lugares de descanso como los ca
f
és lo
-
calizados en los hoteles Telégrafo e Inglaterra, además
de las zonas con bancos del parque que ofrecen som
-
b
r
as, así como las aceras de las edi
f
icaciones aledañas.
Po
r
esta
r
azón, se diseñará la red para que 30%
d
el total
de pe
r
sonas
(
300 personas) puedan estar conectadas si
-
multáneamente.
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te que se
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cantidades y capacidades de radio inalámbricas. Debido a
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i, la velocidad
de datos máxima no representa el rendimiento real de las
aplicaciones.
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a estimar el máximo throughput que un
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te puede log
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i no es posible probar con dispositivos
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antes de la implementación se seguirán los crite
r
ios de
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do a los estu
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ios realizados por profesionales donde
s
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ado que buenas estimaciones de sob
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eca
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ga
de la
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ededor de 60% para redes 802.1
1
a/b/g y
pueden se
r
tan bajas como 40% de las redes 802.
1
1n. En
e
s
te estudio se escogió 45% ya que el diseño está o
r
ientado
a una
r
ed de alta densidad basada en el estándar 802.11n.
La red inalámb
r
ica debe servir a todos los dispositivos
clie
n
te de
f
o
r
ma simultánea.
A
menudo, esto requie
r
e un
en
f
oque de “mínimo común denominador” en su diseño e
implementación, para satisfacer de forma aproximada las
necesidades de todos los clientes. En algunas circunstan
-
cia
s
, tales como lugares públicos, no se puede conoce
r
los
modelos especí
f
ic
o
s de los dispositivos. En esos casos, la
s
olución es identi
f
icar categorías genéricas de dispositivos
que pueden se
r
utilizados e integrar sus capacidades de
radio. En este sentido se han dividido los dispositivos en
tre
s
catego
r
ías: smartphones, tabletas y laptops.
D
espués de va
r
ias visitas al luga
r
se
r
ealizó una ap
r
oxima-
ción, lo más
r
eal posible, teniendo en cuenta las zona
s
que
posibilitan el uso de estos dispositivos, además de con
s
i-
de
r
a
r
que los sma
r
tphones son los que más abundan para
estos
f
ines. El total de equipos que esta
r
án conecta
d
o
s
s
i-
multáneamente
(
300
)
, se han dividido en 195 smartpho-
nes, 70 tabletas y 35 laptops.
En la tabla 1 se muest
r
an las ca
r
acte
r
ísticas de estos tipo
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de dispositivos gené
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icos.
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una
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ica de alta densidad
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necesita un
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me entendimiento de las ca
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ística
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ecuencia de
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adio y la capacidad de las bandas de fre-
cuencia sin licencia que las
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edes WiFi utilizan.
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i
ó
n
d
e
c
a
n
a
l
e
s
La segmentación de los g
r
upos de estaciones WiFi en dife-
r
entes
fr
ecuencias hace que el dominio de colisión sea má
s
pequeño, esto posibilita
r
educi
r
la contención del medio a
un g
r
upo más pequeño de estaciones y aumenta la capaci-
dad dent
r
o de cada célula. En el diseño de la
r
ed inalám-
b
r
ica las células contiguas utiliza
r
án canales no adyacente
s
pa
r
a
r
educi
r
el
r
iesgo de inte
rf
e
r
encia. También se tendrá
en cuenta el solapamiento de las células pa
r
a
f
acilitar la
itine
r
ancia cliente. La
r
eutilización de
fr
ecuencias e
s
un
aspecto impo
r
tante en la banda de 2.4
G
hz pa
r
a minimizar
la inte
rf
e
r
encia co
-
canal.
D
ebido a que la banda de 5
G
hz o
fr
ece mucha má
s
capa-
cidad espect
r
al que la de 2.4
G
hz, se escoge
r
án canale
s
de
ambas bandas pa
r
a minimiza
r
las inte
rf
e
r
encias. Po
r
tanto,
de acue
r
do a la Resolución
N
o. 127/2011, a la Resolución
N
o. 156/2011 y a la Resolución 14
-
09.13.163 del 2014
del Ministe
r
io de Comunicaciones se han seleccionado en
este diseño los canales 1, 6 y 11 en la banda de 2.4
G
hz y
los canales 149, 153, 157 y 161 de la banda de 5 Ghz de
la
UNII-
3. Esta selección pe
r
mite una mayo
r
separación
ent
r
e los puntos de acceso que ope
r
an en el mismo canal y
un mejo
r
plan de
r
eutilización de canales.
[
2
]
,
[
4
]
A
n
c
h
o
d
e
l
c
a
n
a
l
El aumento de la anchura del canal e
s
atractivo debido a que
aumenta la velocidad de dato
s
máxima y el rendimiento de
lo
s
cliente
s
. Se con
s
ideró el u
s
o de canale
s
de 20
M
hz en la
banda de 2.4
G
hz por
s
er un área de alta den
s
idad y canale
s
de 40
M
hz en la banda de 5
GH
z, pero como la única banda
po
s
ible a utilizar e
s
la
UN
II-3 que po
s
ee 4 canale
s
,
s
i
s
e e
s
co-
gía un ancho del canal de 40
M
hz
s
olo era po
s
ible utilizar do
s
canale
s
en e
s
a banda lo que trae como con
s
ecuencia dema-
s
iada interferencia, por lo que
s
e con
s
ideró trabajar con ca-
nale
s
de 20
M
hz de ancho de banda.
A
demá
s
, lo
s
di
s
po
s
itivo
s
cliente admiten lo
s
canale
s
de e
s
ta banda.
D
i
m
en
s
i
o
n
a
m
i
en
t
o
d
e
l
os
c
a
n
a
l
e
s
Cuando
s
e di
s
eña una red ba
s
ada en capacidad
s
e nece-
s
ita que lo
s
cliente
s
s
e conecten a punto
s
de acce
s
o a la
s
velocidade
s
de dato
s
má
s
alta
s
po
s
ible
s
para maximizar
el rendimiento de la
s
aplicacione
s
. El u
s
o de alta
s
veloci-
dade
s
de dato
s
aumenta la e
f
iciencia e
s
pectral al reducir
la utilización del tiempo de emi
s
ión de cada cliente. El re-
s
ultado e
s
una mayor capacidad dentro de la
s
célula
s
. La
s
e
s
peci
f
icacione
s
de lo
s
di
s
po
s
itivo
s
en cuanto a
s
en
s
ibili-
dad del receptor e
s
tablecen una fuerza de
s
eñal requerida
para alcanzar varia
s
velocidade
s
de dato
s
y varía entre lo
s
di
s
po
s
itivo
s
. Se e
s
tablecerá una inten
s
idad de
s
eñal míni-
ma de -65dBm a -67dBm, por la
s
e
s
peci
f
icacione
s
de la
s
en
s
ibilidad de lo
s
receptore
s
, con una
s
eñal a ruido de
20dB para lograr el mejor rendimiento, e
s
pecialmente para
aplicacione
s
multimedia.
E
s
te di
s
eño reduce efectivamente el tamaño de la celda WiFi
en la que lo
s
cliente
s
s
e a
s
ocian con lo
s
A
P. Cuando lo
s
clien-
te
s
s
e mueven má
s
lejo
s
de lo
s
A
P, la fuerza de la
s
eñal decli-
na hacia el umbral de -67dBm, donde debe
s
er capaz de de
s
-
cubrir un
A
P alternativo que le pueda
s
eguir proporcionando
una
s
eñal
s
u
f
icientemente alta. Por lo que en e
s
te di
s
eño la
s
área
s
de cobertura de cada
A
P proporcionarán
s
olapamiento
en o por encima de -67dBm. Se di
s
eñará el
s
olapamiento
T
a
b
l
a
1
. C
a
r
a
c
t
e
r
í
st
i
c
a
s
de
l
o
s
d
i
s
p
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t
i
v
o
s
c
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n
t
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s
.
F
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n
t
e
:
E
l
a
b
o
r
a
c
i
ó
n
p
r
o
p
i
a
.
celular entre
A
P vecino
s
en diferente
s
canale
s
a -67dBm
T
a
b
l
a
2.
R
eq
u
e
r
i
m
i
e
n
t
o
de
l
a
s
a
p
li
c
a
c
i
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n
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s
.
F
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E
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a
b
o
r
a
c
i
ó
n
p
r
o
p
i
a
.
F
i
gu
r
a
2.
C
a
p
a
de
A
cc
e
s
o
.
F
u
e
n
t
e
:
E
l
a
b
o
r
a
c
i
ó
n
p
r
o
p
i
a
.
aproximadamente y
s
e de
s
arrolla
r
á un plan de canale
s
que
minimiza la interferencia co-canal ent
r
e lo
s
punto
s
de acce
-
s
o en el mi
s
mo canal por debajo de
-
85dBm.
S
e
l
e
cc
i
ó
n
d
e
l
os
p
un
t
os
d
e
a
cc
e
so
La
s
elección del equipamiento adecuado e
s
impo
r
tante
para alcanzar lo
s
nivele
s
de cobe
r
tu
r
a y capacidad de
s
ea
-
do
s
, ba
s
ado
s
en la
s
característica
s
del luga
r
y la capacidad
de lo
s
cliente
s
. Con el objetivo de o
fr
ece
r
un
r
endimiento
adecuado
s
in nece
s
idad de adqui
r
i
r
AP con ca
r
acte
r
í
s
tica
s
que lo
s
di
s
po
s
itivo
s
cliente no puedan utiliza
r
,
s
e e
s
coge
-
rán
A
P dual-band para propo
r
ciona
r
cobe
r
tu
r
a a lo
s
clien
-
te
s
tanto en 2.4
G
hz como en 5Ghz. Po
r
e
s
ta
s
r
azone
s
el
modelo e
s
cogido para lo
s
A
P e
s
el WA251DK
-
NE pa
r
a
exteriore
s
de
HUA
WEI, teniendo en cuenta que e
s
to
s
s
on
lo
s
que di
s
pone ETECS
A
para e
s
to
s
p
r
oyecto
s
.
(
Figu
r
a 1
)
F
i
gu
r
a
1.
A
P
W
A
251
D
K
-
N
E
.
F
u
e
n
t
e
:
H
u
a
w
e
i
.
A
r
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u
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e
c
t
u
r
a
d
e
l
a
r
e
d
La red tendrá una arquitectura tipo in
fr
ae
s
t
r
uctu
r
a, con
f
o
r-
mada por tre
s
capa
s
: la de acce
s
o, la de ag
r
egación y el
núcleo. Se tendrá en cuenta
s
olo la capa de acce
s
o, debido
a que
s
e propone
s
u di
s
eño po
r
s
e
r
la que conecta a lo
s
u
s
uario
s
f
inale
s
a la red.
La capa de acce
s
o (
f
igura 2) e
s
ta
r
á con
f
o
r
mada po
r
lo
s
pun
-
to
s
de acce
s
o, conectado
s
al
s
witch de acce
s
o
(
utilizando
el puerto PoE), lo
s
cuale
s
con
f
o
r
ma
r
án lo
s
s
ub nodo
s
que
e
s
tarán conectado
s
a la red de t
r
an
s
po
r
te de ETECSA a
travé
s
de
f
ibra óptica. E
s
to
s
s
ub nodo
s
, ademá
s
de po
s
ee
r
el
sw
itch de acce
s
o PoE, al c
u
al
s
e le conectan lo
s
AP po
r
el puerto F
A
ST ET
H
ER
N
ET, e
s
tán equipado
s
con una
U
PS al que
s
e conectan lo
s
equipo
s
pa
r
a p
r
otección cont
r
a
fallo
s
eléctrico
s
y para permiti
r
le
s
ope
r
a
r
el mayo
r
tiempo
4
8
R
ev
i
st
a
T
é
c
n
i
c
a
de
l
a
E
m
p
r
e
s
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de
T
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un
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n
e
s
de
C
u
b
a
S.
A
.
E
N
E
R
O / J
U
N
I
O
2017
V
O
L
.
14
4
9
T
É
C
N
I
C
A
T
É
C
N
I
C
A
-
S
u
b nodo 1
(S
n1)
U
bicado en el
H
otel Iberostar Pa
r
que
Ce
n
t
r
al.
-
Sub nodo 2
(S
n2
)
:
U
bicado en el cine
P
ayret.
-
Sub nodo 3
(S
n3
)
:
U
bicado en el
H
otel Inglaterra.
En la tabla 3 se m
u
estran los equipos selecciona
d
os pa
r
a
la con
f
o
r
mación del sub nodo, teniendo en cuenta lo que
di
sp
one ETEC
S
A:
A
continuación se muest
r
a en la
f
igu
r
a 3 cómo se repre-
sentan las conexiones en los sub nodos.
F
i
gu
r
a
3
. C
o
n
e
x
i
o
n
e
s
e
n
l
o
s
s
u
b
n
o
d
o
s
.
F
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E
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a
c
i
ó
n
p
r
o
p
i
a
.
I
n
s
p
e
cc
i
ó
n
d
e
l
s
i
t
i
o
P
r
evio a las conside
r
aciones de diseño se
r
ealizó una in
s
-
pección del sitio con el p
r
opósito de entende
r
las caracte-
r
ísticas de p
r
opagación de RF en el ambiente don
d
e
s
erá
desplegada la
r
ed.
A
demás, esta inspección tuvo como ob-
jetivo el análisis de los puntos de acceso que ope
r
an dentro
del
r
ango de cobe
r
tu
r
a, el canal en que t
r
abajan y la medida
de la
f
ue
r
za de la señal
r
ecibida po
r
estos. Esto pe
r
mite una
mejo
r
asignación de
fr
ecuencias pa
r
a evita
r
la inte
rf
erencia
co
-
canal y de canal adyacente. Pa
r
a la
r
ealización de e
s
ta
inspección se utilizó el so
f
t
w
a
r
e
A
c
r
ylic WiFi F
r
ee de mo-
nito
r
ización de
r
edes WiFi pa
r
a sistemas Windo
w
s. E
s
te
p
r
og
r
ama pe
r
mite analiza
r
e identi
f
ica
r
el
f
uncionamiento
de las
r
edes inalámb
r
icas 802.11a/b/g/n/ac en tiempo real.
C
á
l
c
u
l
o
d
e
c
a
p
a
c
i
d
a
d
y
c
a
n
t
i
d
a
d
d
e
A
P
Un dist
r
ibuido
r
ó
p
tico (
ODF
) se utiliza principalmen
-
te pa
r
a conecta
r
y programar
f
ibras y cables ópticos. Es
aplicable a las intersecciones de
f
ibras entre una red y los
di
s
positivos de t
r
ansmisión óptica, así como entre los ca
-
ble
s
ópticos de las redes de acceso. El
ODF
se co
n
ecta al
s
witch a t
r
avés del
p
uerto
G
E-
SFP
del mismo.
P
ara la ubi
-
cación de estos sub nodos hay que tener en cuenta algunos
requisitos que imp
o
ne ETEC
SA
para su instalación: el lo
-
cal debe se
r
estatal
,
debe contar con respaldo energético,
debe tene
r
un sistema de tierra, a este lugar debe llega
r
la
f
ib
r
a óptica de ETEC
SA
, debe haber disposición po
r
pa
r
te
de los enca
r
gados del lugar a responsabilizarse po
r
estos
equipos, debe contar con un clima favorable para el buen
de
s
empeño de los mismos y con la seguridad adecuada.
Teniendo en cuenta estos requisitos y que los
AP
conec
-
tados a estos switch no deben estar a más de 100m del
mi
s
mo po
r
especi
f
icaciones del fabricante y por la no
r-
ma del cableado UT
P
, inicialmente se habían propuesto la
creación de dos sub nodos, uno en el
H
otel Ibero
s
ta
r
Pa
r-
que Cent
r
al y el ot
r
o en el cine
P
ayret, pero debi
d
o a que
algunas distancias
s
uperan los 100 m y resulta inviable el
de
s
pliegue del cableado cruzando la calle
P
rado po
r
la al
-
tu
r
a de las edi
f
icaciones presentes, se propone la c
r
eación
de un te
r
ce
r
sub n
o
do en el
H
otel Inglaterra.
A
modo de
r
e
s
umen, los sub nodos quedaron de la siguiente fo
r
ma:
T
a
b
l
a
3.
E
q
u
i
p
o
s
q
u
e
c
o
m
p
o
n
e
n
l
o
s
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s
.
F
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E
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o
r
a
c
i
ó
n
p
r
o
p
i
a
.
D
e
s
pué
s
s
e multiplica la cantidad de di
s
po
s
itivo
s
(por cada
tipo de di
s
po
s
itivo
s
) por el porciento del tiempo de emi
s
ión
requerido por e
s
to
s
individualmente y
s
e divide entre 80%,
que e
s
el porciento de utilización al cual un canal WiFi
s
e
s
atura y
s
e obtiene:
A
l
f
inal
s
e
s
uman la cantidad de
A
P radio
s
nece
s
ario
s
por cada tipo de di
s
po
s
itivo
s
para hallar el total.
A
con-
tinuación
s
e realizan lo
s
cálculo
s
para prono
s
ticar la
cantidad de
A
P.
Para lo
s
s
martphone
s
, por ejemplo,
s
e utiliza:
Con
s
ume 2,5% del tiempo de emi
s
ión.
U
tilizando la fórmula 2 hallamo
s
la cantidad de canale
s
de
radio del
A
P para lo
s
s
martphone, con una aplicación de
bú
s
queda
w
eb.
cuanto a dispositivos cliente y aplicaciones se p
r
ono
s
ti-
ca
r
á la cantidad de
A
P a utiliza
r
en este diseño. Este pro-
nóstico se de
r
iva de la estimación de la sob
r
eca
r
ga de la
r
ed
(
basado en el tiempo de emisión
)
r
eque
r
ido p
o
r cada
dispositivo cliente pa
r
a alcanza
r
el nivel de th
r
oughput de
una aplicación dete
r
minada. Esto está
r
ep
r
esentado como
un po
r
centaje del tiempo de emisión que se
r
á consumido
po
r
dispositivo en un
r
adio del
A
P; con la suma del total
de clientes se p
r
onostica
r
á la capacidad y los
A
P
r
equeri-
dos pa
r
a sopo
r
ta
r
todos los clientes simultáneamente. [6]
U
na vez que han sido identi
f
icados los
r
eque
r
imiento
s
enSe nece
s
itan 7 canale
s
de radio del
A
P.
Según cálculo
s
realizado
s
para tableta
s
y laptop
s
lo
s
re
s
ul-
tado
s
f
inale
s
s
on lo
s
s
iguiente
s
:
Para la
s
tableta
s
:
s
e con
s
ume 3,75% del tiempo de emi-
s
ión y
s
e nece
s
itan 4 canale
s
de radio del
A
P.
Para la
s
laptop
s
:
s
e con
s
ume 3,75% del tiempo de emi
s
ión
y
s
e nece
s
itan 2 canale
s
de radio del
A
P.
Sumando lo
s
canale
s
de radio del
A
P
s
e tiene un total de
13, pero al u
s
ar
s
e punto
s
de acce
s
o dual-band
s
e nece
s
ita-
rán la mitad de e
s
to
s
, o
s
ea, 7
A
P.
mate
r
iales como expansiones mecánicas M6x70 para
f
ija
r
el
gabinete a la pa
r
ed, bridas, canaletas, tape de goma, tomas
P
r
ime
r
o, se calcula el po
r
ciento del tiempo de emi
s
ión
r
ealizó una ap
r
oximación del uso de la
r
ed, asigná
n
dole a
un tipo de dispositivo, dependiendo de sus ca
r
acte
r
í
s
tica
s
,
E
s
t
o
s son los p
r
inci
p
ales equipos, pero además existen ot
r
os
consumido po
r
un tipo de dispositivo. Pa
r
a este cálculo
s
e
U
b
i
c
a
c
i
ó
n
d
e
l
os
A
P
Previo a la
s
imulación
s
e deben ubicar lo
s
A
P teniendo en
cuenta que no deben e
s
tar a má
s
de 100m de un
s
ub nodo
-
A
P1 e
s
tará ubicado en el
s
emá
f
o
r
o de la e
s
quina de
Prado y
N
eptuno al co
s
tad
o
del Hotel
I
be
r
o
s
ta
r
Pa
r
que
Central, conectado al Sn1 a no má
s
de 60m ap
r
oxima
-
damente.
-
A
P2 e
s
tará ubicado en la
f
achada ent
r
e el Hotel Telé
-
grafo y el
H
otel Inglaterra, conectado al Sn3 a no má
s
de
50m aproximadamente.
-
A
P3 e
s
tará ubicado en la fachada del G
r
an Teat
r
o de La
H
abana a mediado de cuadra, conectado al Sn3 a no má
s
de 85m aproximadamente.
-
A
P4 e
s
tará ubicado en el
s
emá
f
o
r
o de la e
s
quina de
O
brapía y Prado, en la acera
d
el cine Pay
r
et, conectado al
Sn2 a no má
s
de 70m aproximadamente.
-
A
P5 e
s
tará ubicado en el poste de alumb
r
ado de la e
s
qui
-
na de
O
brapía y
A
gramonte conectado al Sn2 a no má
s
de
70m aproximadamente.
-
A
P6 e
s
tará ubicado en el p
os
te de alumb
r
ado que
s
e en
-
cuentra en el pa
s
o peatonal de la calle Ag
r
amonte, en la
e
s
quina del
M
u
s
eo de Bella
s
Ar
te
s
, conectado al Sn2 a no
má
s
de 100m aproximadame
n
te.
-
A
P7 e
s
tará ubicado en el p
os
te de alumb
r
ado que
s
e en
-
cuentra en la e
s
quina de la calle Ag
r
amonte y Neptuno,
(en la e
s
quina del
H
otel
M
anzana
)
conectado al Sn1 a no
má
s
de 60m aproximadamente.
Todo
s
e
s
to
s
A
P
s
e ubicarán en dependencia del luga
r
en
que
s
e encuentren lo
s
s
ub nodo
s
.
En la tabla 4
s
e re
s
ume la ubicación geog
r
á
f
ica de e
s
to
s
y
otra
s
caracterí
s
tica
s
.
T
a
b
l
a
4.
U
b
i
c
a
c
i
ó
n
de
l
o
s
A
P
.
F
u
e
n
t
e
:
E
l
a
b
o
r
a
c
i
ó
n
p
r
o
p
i
a
(2)
(3)
la instalación.
laptop
s
con aplicacione
s
de cur
s
o
s
y prueba
s
online. E
s
to
s
igni
f
ica que de la
s
300 per
s
ona
s
que e
s
tarán conectad
ss
s
imultáneamente, lo
s
195
s
martphone
s
e
s
tarán corriendo
una aplicación WEB, la
s
70 tableta
s
e
s
tarán corriendo un
s
t
r
ea
m
ing de video S
D
y la
s
35 laptop
s
e
s
tarán corriendo
alguna aplicación de cur
s
o
s
online, el cálculo del tiempo
de emi
s
ión
s
e realiza a travé
s
de la
s
iguiente fórmula.
po
s
ible en caso de pérdida de la alimentación en el local yde co
rr
iente, cables eléct
r
icos, ba
rr
a de tie
rr
a y cable ai
s
lanteun tipo de aplicación.
A
lo
s
s
martphone
s
s
e le a
s
ignó bú
s
-y la
s
caracterí
s
tica
s
del lugar que pe
r
mitan
s
u ubicación
un
O
D
F
a donde llegará la
f
ibra óptica.ve
r
de y ama
r
illo; estos se deben tene
r
en cuenta a la
h
ora dequeda
w
eb, la
s
tableta
s
corriendo video
s
t
r
ea
m
ing S
D
y la
s
minimizando el impacto vi
s
ual. Según lo
s
r
e
s
ultado
s
a
rr
o
-
jado
s
en la in
s
pección del
s
itio, lo
s
luga
r
e
s
má
s
adecuado
s
para la colocación de lo
s
A
P son lo
s
s
iguiente
s
.
T
h
r
oughput de la aplicación
(1)
T
h
r
oughput máximo del di
s
po
s
itivo cliente
=
T
iempo de emi
s
ión
Di
s
po
s
itivo
s
cliente
s
totale
s
* % del tiempo de emi
s
ión
80%
= cantidad de AP
r
adio
1 Mbp
s
40 Mbp
s
= 0.025
5
*
19
80
2.5%
= 6.093
(4)
%
5
0
R
ev
i
st
a
T
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c
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i
c
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de
l
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S
i
m
u
l
a
c
i
ó
n
Para la
s
imulación de la red WiFi
s
e ha empleado el
s
oft
w
are
de
s
imulación Ekahau Site Survey (ESS) en
s
u ver
s
ión 7.6.4.
E
s
ta herramienta de
s
imulación permite el de
s
pliegue y el
mantenimiento de rede
s
WiFi de alto rendimiento.
A
conti-
nuación
s
e mue
s
tran
s
u
s
caracterí
s
tica
s
. (Figura 5) [5]:
- 802.11a/b/g/n/ac.
- Plani
f
icación para determinar el número óptimo y la ubi-
cación de lo
s
punto
s
de acce
s
o.
- Si
s
tema rápido y preci
s
o para garantizar la cobertura de
la red y el rendimiento.
-
V
i
s
ualización, análi
s
i
s
y optimización de la red WIRE-
LESS e informe
s
automatizado
s
.
Para mejorar la in
s
pección del
s
itio anteriormente reali-
zada,
s
e empleó e
s
te
s
oft
w
are para medir la
s
s
eñale
s
pre-
s
ente
s
en el lugar que podrían cau
s
ar interferencia. Para la
realización de e
s
ta tarea
s
e activa el adaptador inalámbri-
co del di
s
po
s
itivo di
s
ponible (en e
s
te ca
s
o una laptop),
s
e
s
elecciona la herramienta “Record Survey” y
s
e camina
alrededor del
s
itio dando clic en el lugar del mapa donde
s
e encuentre.
D
e e
s
ta forma el programa recrea la
s
zona
s
de ruido e interferencia
s
detectada
s
. En la
f
igura
s
iguien-
te
s
e mue
s
tra el recorrido realizado en el Parque Central
(
f
lecha
s
verde
s
) y lo
s
lugare
s
donde exi
s
ten
s
eñale
s
inter-
ferente
s
por encima de -90dBm. (Figura 4).
En la
f
igura 5
s
e mue
s
tra la e
s
tadí
s
tica de la in
s
pección del
s
i-
tio.
A
quí
s
e puede apreciar como la interferencia/ruido e
s
muy
baja en e
s
ta zona (
s
olo de -90dBm a -85dBm en el 35,1% del
área de cobertura y de -85dBm a -80dBm
s
olo en el 7,2%),
por lo que no afectará mucho en el de
s
pliegue de la red.
En el área de cobertura, dentro de la cual
s
e medirán to-
do
s
lo
s
parámetro
s
de la red,
s
e dibujan la
s
zona
s
de ob
s
-
trucción de la
s
eñal como la
s
edi
f
icacione
s
y lo
s
árbole
s
,
introduciendo la altura de la
s
mi
s
ma
s
y
s
u
s
valore
s
de
atenuación. Seguidamente,
s
e bu
s
ca el
A
P e
s
cogido (W
A
-
251
DK
-
N
E de
HUA
WEI),
s
e ubican en lo
s
lugare
s
s
elec-
cionado
s
anteriormente y
s
e con
f
iguran.
ademá
s
s
e tuvo en cuenta la in
s
pección del
s
itio
r
ealiza
-
da anteriormente. El grado de inclinación de lo
s
AP
f
ue
e
s
tablecido de
s
pué
s
de la realización de p
r
ueba
s
, teniendo
en cuenta que
s
e de
s
ea que a
pr
oximadamente 100
%
de la
zona tenga una inten
s
idad de
s
eñal de
-
67dBm o mejo
r
,
pero con la máxima inclinación pa
r
a
r
educi
r
la inte
rf
e
r
en
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cia co-canal, por lo que e
s
ta inclinación
r
educe el tamaño
de la
s
celda
s
de cada
A
P. La potencia de t
r
an
s
mi
s
ión de
lo
s
A
Pfue e
s
tablecida tenien
d
o en cuenta que la
r
ed
s
opo
r-
tará di
s
po
s
itivo
s
de baja potencia, tale
s
como
s
ma
r
tphone
y tableta
s
para a
s
egurar una comunicación bidi
r
eccional
exito
s
a entre el
A
P y el cliente. Cuando la potencia de lo
s
AP
Lo
s
canale
s
fueron con
f
igurado
s
teniendo en cuenta la di
s
-e
s
mucho mayor que la de lo
s
cliente
s
, el enlace inalámb
r
ico
tancia fí
s
ica entre lo
s
mi
s
mo
s
con el propó
s
ito de reducirpuede e
s
tar de
s
balanceado y p
r
ovoca
r
e
rr
o
r
e
s
y
r
et
r
an
s
mi
-
al máximo la interferencia co-canal y de canal adyacente,
s
ione
s
de dato
s
. [1]
H
ay que tener en cuenta que la
s
s
imulacione
s
realizada
s
s
on una e
s
timación, pero cuanto mejor
s
e realicen toda
s
lidad. Primero,
s
e añade el mapa del
s
itio de interé
s
, para
poder introducirle el área de cobertura, la
s
zona
s
de ate-
nuación y ubicar lo
s
A
P. Para e
s
to e
s
nece
s
ario ubicar do
s
punto
s
en el mapa e introducir la di
s
tancia real entre ello
s
para crear una e
s
cala.
la
s
medida
s
, má
s
s
e aproximará la
s
imulación con la rea-
F
i
gu
r
a
4.
I
n
s
pe
cc
i
ó
n
de
l
s
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s
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os
f
i
n
a
l
e
s
El ESS realiza un reporte con lo
s
re
s
ultado
s
de la
s
imulación
del cual
s
e expondrán lo
s
a
s
pecto
s
de interé
s
.
La
f
igura 12 mue
s
tra cómo quedan la
s
célula
s
de cober-
tura bien de
f
inida
s
de acuerdo a la di
s
tribución de canale
s
realizada en lo
s
A
P (en 2.4
G
hz que e
s
el peor ca
s
o por
tener 3 canale
s
s
olamente). Se puede apreciar cómo la
s
célula
s
de cobertura que trabajan en la mi
s
ma frecuencia
(zona
s
con mi
s
mo color) no llegan a mezclar
s
e, e
s
to evita
la interferencia co-canal.
La
f
igura 13 mue
s
tra el
s
olapamiento de canale
s
iguale
s
, o
s
ea, ofrece una idea de la interferencia co-canal. E
s
te pa-
rámetro indica el número de
A
P audible
s
en cada locación
en un mi
s
mo canal.
En la
f
igura 16
s
e puede ob
s
ervar que en má
s
de 90% de
la zona la relación
s
eñal a ruido e
s
tará por encima de lo
s
20dB que fueron e
s
tablecido
s
en lo
s
requerimiento
s
.
Lo
s
re
s
ultado
s
en cuanto a velocidad de dato
s
arrojaron
que en el 92,5% de la zona de cobertura e
s
tará aproxi-
madamente entre 126
M
bp
s
y 134
M
bp
s
. Solo en el 0,3%
de la zona e
s
tará por debajo de la velocidad mínima e
s
-
tablecida de 18
M
bp
s
.
As
í mi
s
mo el throughput e
s
tará
aproximadamente en 100
M
bp
s
en má
s
de 90% de la
zona, e
s
to
s
re
s
ultado
s
s
e ilu
s
tran en la
s
f
igura 10.
C
o
n
c
l
u
s
i
o
ne
s
Con la realización de e
s
te trabajo
s
e ha podido indagar
en la
s
tecnología
s
actuale
s
de rede
s
inalámbrica
s
, lo que
permitió e
s
tudiar la
s
diferente
s
variante
s
exi
s
tente
s
y la
F
i
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a
10.
C
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s
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2
,
4
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i
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11.
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12.
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b
o
r
a
c
i
ó
n
p
r
o
p
i
a
.
La fue
r
za mínima de la señal estará en -67dBm, po
r
que
alrededo
r
de este valor se encuentra la sensibilida
d
del
r
e
-
cepto
r
pa
r
a alcanzar velocidades del estándar g en lo ade
-
lante
(F
igu
r
as 8 y 9).
A
demás, para un diseño orientado a
capacidad se
r
equiere que los dispositivos clientes estén
conectados a un A
P
con la mayor intensidad de la señal
po
s
ible debido a q
u
e se necesitan velocidades de datos lo
má
s
altas posibles para maximizar el rendimiento de las
aplicaciones.
cumplieron e
s
to
s
requerimiento
s
.
En las
f
igu
r
as 6 y 7 se muestra cómo queda el e
s
cena
r
ioPa
r
a el diseño de alta densidad, los clientes deben tenerde e
s
to
s
requerimiento
s
en el programa,
s
e bu
s
ca que
con las distintas zonas de atenuación y los
AP
. L
u
ego se
f
ue
r
te intensidad de la señal y una alta S
N
R que les permi-la
s
imulación de la infrae
s
tructura de la red inalámbrica
int
r
oducen los
r
equerimientos de la red en cuanto a cobe
r-
te, usa
r
altas velocidades de datos el mayo
r
tiempo po
s
ible,de
s
plegada po
s
ibilite un alto rendimiento. Po
s
teriormen-
tu
r
a y capacidad.
[6
]po
r
lo que se escogió 20dB de S
N
R. También se con
f
i-
te con la comprobación de lo
s
re
s
ultado
s
s
e verá
s
i
s
e
gu
r
a
r
á un índice bastante alto de velocidad mínima para
anima
r
a los clientes a move
r
se de
f
o
r
ma más a
g
re
s
iva
a los puntos de acceso con una señal lo su
f
icientemente
f
ue
r
te y evita
r
que clientes con estánda
r
es muy at
r
a
s
ado
s
como el 802.11b sean una limitante en la
r
ed, po
r
lo que
s
e
int
r
odujo una velocidad mínima de 18 Mbps.
[
1
]
La
f
igura 10 mue
s
tra la inten
s
idad de la
s
eñal (cobertura), la
cual
s
e encuentra por encima de -67dBm (de acuerdo a lo
s
requi
s
ito
s
e
s
tablecido
s
) en toda la zona de cobertura,
s
olo
s
e
encuentra por debajo de e
s
te valor en lugare
s
detrá
s
de lo
s
una inten
s
idad de
s
eñal determinada.
A
demás se diseña
r
á pa
r
a un núme
r
o mínimo de
A
P audi-
bles de 2 a una intensidad de señal mínima de
-
75dBm y
un máximo de
A
P audibles en el mismo canal de
3
a una
intensidad de señal mínima de
-
80dBm. Los ot
r
os reque-
r
imientos, como RTT y po
r
ciento de paquetes perdido
s
,
A
P. En la
f
igura 11
s
e mue
s
tra la e
s
tadí
s
tica de e
s
te paráme-
se obtuvie
r
on pa
r
a una alta disponibilidad y velocidad de
tro, donde
s
e re
f
leja el porciento de la zona de cobertura con
la
r
ed, pe
r
o no pudie
r
on se
r
vistos po
r
que no se rea-
liza
r
on p
r
uebas de conectividad. Con la int
r
oducción
F
i
gu
r
a
7.
R
eq
u
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r
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m
i
e
n
t
o
s
de
l
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o
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c
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ó
n
p
r
o
p
i
a
.
F
i
gu
r
a
6.
E
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c
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i
o
p
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r
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l
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s
i
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c
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ó
n
p
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p
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gu
r
a
9
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a
d
í
st
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b
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r
a
c
i
ó
n
p
r
o
p
i
a
.
D
e igual manera,
s
e aprecia en la
f
igura 14 la interferen-
cia/ruido (incluyendo la de lo
s
A
P) que hay en la zona e
s
baja. En la
f
igura 15
s
e mue
s
tra cómo la
s
s
eñale
s
interfe-
rente
s
con una inten
s
idad entre -80dBm a -65dBm
s
olo
ocupan el 5,5% del área de cobertura. Exi
s
ten alguna
s
zona
s
con valore
s
por debajo de -80dBm pero e
s
ta inter-
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ferencia e
s
muy baja.
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A
.v.,
A
erohive
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e
s
ign & Con
f
iguration
G
uide
H
igh-
D
en
s
ity WiFi, 2013: Sunnyvale, Cali
f
o
r
nia.
[2] Rodríguez, W.L.,
A
utorización para el empleo de la
s
banda
s
de frecuencia
s
de 5150 a 5350
M
Hz y de 5470 a 5725
MH
z, 2014: La
H
abana, Cuba.
[3] Toledo,
M
.
D
., RES
O
L
U
CI
ÓN
N
o. 127/2011, 2011: La
H
abana, Cuba.
[4] Toledo,
M
.
D
., RES
O
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ÓN
N
o.156/2011, 2011: La
H
abana, Cuba.
[5] Introduction to ESS. 2014;
A
vailable from: http://doc
s
.ekahau.com/index.php/Introduction.
[6] Starting to
w
ork
w
ith Ekahau Site Survey. 2014;
A
vailable from:
.
El análi
s
i
s
del equipamiento nece
s
ario para e
s
te proyecto,tura a la zona de interé
s
, con inten
s
idad de
s
eñal
s
u
f
iciente
teniendo en cuenta lo
s
e
s
tándare
s
utilizado
s
y la di
s
poni-para cubrir la
s
expectativa
s
en cuanto a cantidad de u
s
ua
-
bilidad de ETECS
A
, permitió la elección de equipo
s
querio
s
.
A
demá
s
,
s
e arrojaron resultado
s
aceptable
s
en cuanto
brindaran la
s
caracterí
s
tica
s
e
s
perada
s
de rendimiento,a
s
olapamiento de celda
s
, pe
r
mitiendo la
r
ealización de
capacidad y cobertura minimizando el co
s
to total del pro-
r
oa
m
ing entre lo
s
cliente
s
. Debido a que no
s
e pudie
r
on
yecto. La propue
s
ta de creación de
s
ub nodo
s
en la capa dehacer prueba
s
con lo
s
equipo
s
in
s
talado
s
, alguno
s
a
s
pec
-
acce
s
o fue nece
s
aria debido a limitacione
s
en lo
s
punto
s
to
s
de conectividad que brinda el p
r
og
r
ama no pudie
r
on
de acce
s
o;
s
in embargo, a pe
s
ar de la nece
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idad de equipo
ss
er analizado
s
.
para e
s
to
s
s
ub nodo
s
, e
s
to permite que el rendimiento de la
red y la
s
velocidade
s
de conexión
s
ean alta
s
por tener una
infrae
s
tructura cableada.
(
Ar
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2017
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b
r
il
de
2017
)
En general, el proyecto tiene un co
s
to aceptable, lo que pu
-
diera
s
er aún má
s
bajo con la c
r
eación de Rede
s
M
ESH
o la implementación de W
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S ―Si
s
tema de Di
s
t
r
ibución
Todo el di
s
eño fue validado a travé
s
de una herramientaInalámbrico―, lo que reduce un poco el
r
endimiento de
informática que no
s
permitió predecir el comportamientola red, pero
s
e ahorraría en el cableado, lo
s
equipo
s
y en la
de la red y corregir errore
s
.
A
pe
s
ar de la
s
limitacione
s
quein
s
talación de lo
s
s
ub nodo
s
. La
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s
ta
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s
del
s
e
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vicio
impone una ver
s
ión de evaluación, a partir de e
s
te
s
oft
w
are
s
epermitirán el amortiguamiento de la inve
rs
ión inicial del
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pudo concluir que la red di
s
eñada brinda 100% de cober-proyecto a largo plazo.
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elección de la más conveniente para nuestro país. La elec
-
ció
n
del estánda
r
802.11n respondió a las posibilidades
tecnológicas de la sociedad y con esto a una implemen
-
tación que estuvie
r
a acorde al desarrollo de nuest
r
o país,
s
iendo mucho menos costosa que la utilización de tecno
-
logías más avanzadas.
La
s
ca
r
acte
r
ísticas de la zona y el estudio de la p
r
opaga
-
ción inalámb
r
ica en exteriores permitió la realización de
un diseño que minimizara al máximo la atenuación de la
s
eñal y evita
r
a la interferencia y el ruido con una plani
f
ica
-
ción adecuada de canales y una correcta con
f
iguración de
lo
s
puntos de acce
s
o.
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