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te de los es
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zos que
Cuba
r
ealiza a
f
avo
r
de la in
-
formatización de la sociedad
[
1
-
2
]
en
con el advenimiento de la llamada Red
Cuba, iniciada con el
r
eciente tendido
de un cable subma
r
ino inte
r
nacional de
f
ibra óptica
(F
O
)
, se espe
r
a mejo
r
a
r
las
Despli
e
gu
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escalonado de
banda ancha
para una red
de acceso
hipotética cubana
t
r
ans
f
e
r
encia de a
r
chivos, t
r
ansmisión
de datos, voz sob
r
e
IP
(
Vo
I
P), comer-
cio elect
r
ónico, ent
r
etenimiento, entre
ot
r
as, a las cuales debe acceder a veloci-
dades supe
r
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r
es a las o
fr
ecidas por una
línea convencional, de mane
r
a e
f
iciente.
P
o
r
eso, el objetivo
f
inal es procurar co-
nexiones supe
r
io
r
es a 128 Kbps, tenien-
do en cuenta que algunos proveedores
ya son capaces de o
fr
ece
r
velocidades
de 50 a 100 Mbps
[
6
]
.
La denominada última milla o red de
acceso cubana, en un po
r
ciento consi-
materia de telecomunicaciones, se hade
r
able, se mantiene en condiciones téc-
llevado a e
f
ecto el tendido de una
r
ednicas de
f
icientes que ento
r
pece el acceso
de
f
ibra óptica nacional con sus anillosalosse
r
viciosdeBA.
S
e impone, enton-
redundantes, se ha digitalizado un im
-
ces, la necesidad de adecua
r
la técnica-
portante núme
r
o de cent
r
ales tele
f
óni
-
mente, ya sea a t
r
avés de un proceso de
ca
s
y
s
e han mejo
r
ado las
r
edes. Aho
r
a,mejo
r
amiento o de su evolución hacia
las nuevas tecnologías, de manera que
complementen el sopo
r
te pa
r
a la infor-
matización.
En este t
r
abajo se valo
r
a la aplica-
comunicaciones de banda ancha
(
BA
)
ción escalonada de dichas tecnologías
[3-5].a
f
in de ga
r
antiza
r
el éxito del proce-
El u
s
ua
r
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r
equie
r
e cada vez más delso de in
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r
matización de la sociedad
de
s
arrollodedive
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r
es plazos
la navegación po
r
I
nte
r
net a alta velo
-
pa
r
a el despliegue, con atención espe-
cidad, VoD video po
r
demanda—,cial a los motivos económicos.
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s
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s
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icación de las
r
edes de acceso según el sopo
r
te
s
ico
s
obre el que
s
e implementa cada una. Dicha implementación depende
r
á de
factore
s
como el tipo de
s
ervicios a o
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ece
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, los clientes a satis
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ecio, la
oportunidad y di
s
ponibilidad.
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6
-
7
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r
ed de acceso cubana es de cob
r
e, se p
r
opo
-
ne la reutilización de la
s
infrae
s
t
r
uctu
r
as ya existentes a co
r
to plazo —1
-
5 años—,
lo que repre
s
enta un ahorro económico al esta
r
pa
r
cial o totalmente amo
r
tizadas
y al aprovechar la exten
s
ión de la
r
ed desplegada
[
8
-
9
]
. El se
r
vicio de acceso a
Internet, el acce
s
o a VoD y el acceso
r
emoto a LAN
L
ocal Area Network se
con
s
ideran lo
s
s
importantes du
r
ante esta etapa; po
r
ello, se p
r
opone usa
r
la
tecnología AD
S
L A
s
ymmet
r
ic Digital Subscriber
L
ine
(F
igu
r
a 1
)
pa
r
a las
r
ede
s
cableada
s
xD
S
L con capacidad pa
r
a sopo
r
ta
r
BA utilizando nuevos códi
-
go
s
de línea (2B1Q), técnica
s
mode
r
nas de modulación como DMT Discrete
Multitone Modulation y CA
P
Carrierless Amplitude Phase
M
odulation y
ecualización adaptativa [8]. E
s
to pe
r
mite el acceso simultáneo a la
r
ed tele
f
ónica
y a Internet mediante el empleo
d
e un splitter
f
ilt
r
o sepa
r
ado
r
de bandas— en la
ca
s
a del abonado.
S
in embargo, esta tecnología tiene como desventajas el limitado
alcance y la obligada calidad del pa
r
. AD
S
L2 y AD
S
L2+, po
r
su pa
r
te, son están
-
dare
s
que logran mejore
s
ta
s
a
s
de t
r
ansmisión y alcances
r
especto a AD
S
L —12 y
20
M
bp
s
de bajada y 1
M
bp
s
de subida, con 5,5 km de alcance—
[
6
]
.
20
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r
un D
S
LAM Digital Subscriber
L
ine Acce
ss
Multiplexe
r
—, el cual se compone de un chasis que ag
r
upa g
r
an
-
mero de tarjeta
s
, cada una de las cuales consta de va
r
ios módems ATU
-
C ADS
L
T
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r
minal Unit-Cent
r
al y que, además, concent
r
a el t
r
á
f
ico de todos los enlaces
AD
S
L hacia una red WAN —
W
ide Area Network—.
Otra tecnología que pue
d
e utiliza
r
se es WiMax
W
orld
I
nteroperability
Mic
r
owave Acce
ss
en el caso de las
r
edes inalámb
r
icas. Este estánda
r
de co
-
municación de radio de última gene
r
ación, en su ve
r
sión
I
EEE 802.16
(
2004
)
, se
encuentra e
s
pecialmente di
s
eñado pa
r
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r
ovee
r
accesos de datos, Vo
IP
, video y
acce
s
o a Internet vía radio de alta capacidad a distancias hasta 70 kilómet
r
os y con
ta
s
a
s
de tran
s
mi
s
ión de ha
s
ta 70 Mbps NLO
S
—sin línea de vista— y 124 Mbps
LO
S
—con línea de vi
s
ta—
[
6
]
. Es un competido
r
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r
te del pa
r
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r
enzado.
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e propone implementarla alte
r
nativamente con AD
S
L, pe
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o en escena
r
ios don
-
de
s
e di
f
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s
o de la
r
ed cableada. La instalación al usua
r
io es
r
ápida y
económica.
También
s
e propone para e
s
te plazo la combinación con tecnologías móviles que
en Cuba tienen un u
s
o frecuente, como G
S
M, y que se ha conve
r
tido en un se
r
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competidor de la
s
rede
s
f
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s
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s
e plantea una combinación de
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con AD
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L/VD
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y High Bit
-
Rate DS
L
—. Mient
r
as el objetivo de alcance
en AD
S
L era cubrir el área de
s
e
r
vicio de la cent
r
al tele
f
ónica, en VD
S
L las zonas
geográ
f
ica
s
cubierta
s
s
on mucho meno
r
es, motivo po
r
el cual esta tecnología,
-
lida para un mediano plazo, va acompañada de un amplio despliegue de
F
O hasta
lo
s
nodo
s
(
F
TTx), de
s
de lo
s
cuales se alcanza al abonado mediante ti
r
adas de
cobre muy corta
s
. La implementación VD
S
L2, llamada de la
r
go alcance —hasta 1
km— po
s
ibilita una mayor ta
s
a en subida de 6
-
26 Mbps y 12
-
52 Mbps de bajada,
re
s
pecto a VD
S
L [10].
Dentro de la familia de tecnol
o
gías
F
TTx se ag
r
upan una se
r
ie de técnicas de ac
-
ce
s
o ba
s
ada
s
en el empleo de
F
O hasta las p
r
oximidades del abonado. Los miem
-
bro
s
de e
s
ta familia
s
e diferencian
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ado de p
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oximidad
alcanzado.
S
e propone u
s
ar la
F
TTC —ha
s
ta la ace
r
a—, la
F
TTCab —hasta el gabinete— y
la
F
TTB —ha
s
ta el edi
f
icio— a mediano plazo pa
r
a las g
r
andes emp
r
esas y ob
-
jetivo
s
gubernamentale
s
primero y, luego, pa
r
a los sitios de baja densidad tele
f
ó
-
nica.
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]
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e propone, ademá
s
, el u
s
o de la gene
r
ación 2.5 de móviles
(
G
P
R
S)
que debe
-
n tener para e
s
a etapa una amplia aceptación ent
r
e los usua
r
ios en Cuba.
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s
un medio de acceso de elevada capacidad y bajo costo, capaz de p
r
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porcionar lo
s
nivele
s
de calidad de se
r
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r
a cada aplicación. El
empleo de
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r
ansmisión pa
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a alcanza
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al usua
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s
ultaría ahora, debido al alto costo del equipamiento, pe
r
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actible a la
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go
plazo [6]. La implementación más conocida son las
r
edes
P
ON Passive Optic
Netwo
r
k
s
que al no u
s
ar elementos activos pa
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a llega
r
al abonado, no su
fr
en
interferencia electromagnética ni son a
f
ectadas po
r
desca
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gas eléct
r
icas. Ent
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s
tecnología
s
s
e propone la G
P
ON —Gigabit
P
ON
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igu
r
a 6
)
, con un al
-
cance de 20 km, que utiliza
pr
otocolo de nivel 2 Ethe
r
net sob
r
e ATM, y velocida
-
de
s
de línea a
s
cendente/de
s
cendente de 155.52
-
622.08; 1244.16
-
2488.32/1244.16
o 2488.32
M
bp
s
[10].
Alternativamente, el móvil celula
r
3G Universal
M
obile
T
elephone System
(U
M
T
S
)— (
F
igura 7), ba
s
ado en el estánda
r
I
MT
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2000 y que busca compatibi
-
lizar movilidad y acce
s
o de banda ancha —se
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vicios quad
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play es de inte
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s
te plazo. E
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ta tecnología o
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ece conectividad vi
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tual pe
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manente always
on a la red, diferente
s
formas de ta
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icación, asimet
r
ía en el canal, posibilida
-
de
s
de de
s
arrollo de
s
ervicios multimedia, calidad de se
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vicio
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, integ
r
ación
de tecnología
s
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s
tándare
s
de
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edes
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ijas y móviles.
S
e log
r
an tasas de 2,4 Mbps
s
obre el canal de 2,5
M
Hz —CDMA2000 1x EV
-
DV3—, pudiendo alcanza
r
3,08
M
Hz —CD
M
A2000 1x EV-DV4—. Ent
r
e los se
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antiza se hallan el
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R
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10
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de BA, roaming inte
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s
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s
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s
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[10], [12].2. Log
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s
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-
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s
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s
se
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[
13
]
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s
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s
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-
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r
a
-
zarían por una combinacn de múltiplesles digitales del te
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ito
r
io.
s
ervicio
s
einnovacione
s
de
s
ervicioo
r
ien
-
7. Ejecuta
r
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rr
ollo
tada
s
al cliente para
s
ati
s
facer las necesi
-
en las á
r
eas de baja densidad te
-
dade
s
de per
s
onalización, dife
r
enciación,le
f
ónica.
movilidad, auto
s
ervicio y
s
ervicios multi
-
media [17].
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r
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r
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[
11
]
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r
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r
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r
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r
ito es el aspecto eco
-
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s
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s
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r
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-
pe
r
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s
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s
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C Hybrid Fiberest
r
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s
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s
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r
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r
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r
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r
minales,
por
s
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s
nyporladeg
r
adaciónlos dispositivos de inte
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de la
s
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mitiendo que g
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línea
s
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r
minales se conec
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s
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s
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s
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r
sepa
r
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r
a
r
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-
las limitaciones de la última milla en una
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s
con
s
tituyen también buenas op
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s
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s
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s
eadecuanala
s
condicione
s
económicasoxD
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técnica
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s
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s
, al aprovechamientoetapas de desa
rr
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f
in de pe
r
miti
r
la
de la planta exterior de cobre instalada y
r
ecupe
r
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-
la inminencia de la implementación de
f
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r
mas sean implementadas, a la vez que
la Red Cuba
s
e proponen lo
s
siguientesse ap
r
ovechen totalmente las in
fr
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objetivo
s
a
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in de mejorar las
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s
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s
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s
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r
ángene
r
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r
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r
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r
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s
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s
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r
en cuentadebido a que las condiciones planteadas
en el de
s
pliegue [13], [14]:pa
r
acualquie
r
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r
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r
án tene
r
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r
esupuestos
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s
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